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Alex Mineiro operado



Da Equipe FutebolPR

Nesta terça-feira cedo, o atacante Alex Mineiro passou por um novo procedimento cirúrgico no hospital Vita, em Curitiba. O jogador já havia sido submetido a uma artroscopia no dia 15 de janeiro, no tornozelo esquerdo. A previsão é que Alex volte a atuar normalmente apenas no Campeonato Brasileiro. No início deste ano, o atacante confidenciou que pode pendurar as chuteiras no final da temporada.

No início da noite, o departamento do Atlético, através do doutor Edilson Thiele, divulgou a seguinte nota oficia sobre o caso do jogador:
"O atleta Alex Mineiro, após quatro semanas de período pós-operatório de artroscopia do tornozelo esquerdo, inicou quadro de secreção discreta na região lateral do tornozelo. Como é rotina nestes casos, foi submetido a um desbridamento da ferida em ambiente estéril (centro cirúrgico) e limpeza do local. O procedimento aconteceu sem intercorrências. Alex usará medicação específica para o caso e deverá ficar em repouso até a terça-feira de carnaval, iniciando seu trabalho de retorno ao esporte a partir de então, se tudo evoluir conforme o esperado."

O Departamento Médico do Clube Atlético Paranaense, desta forma, mantém sua posição de transparência e ética na divulgação do estado clínico de seus jogadores.”


Vai começar a Copa do Brasil



Da Equipe FutebolPR

Dúvidas sobre a Copa do Brasil? Tire-as aqui:

Quando a Copa foi criada?
Em 1989, na época com 32 clubes: 22 campeões estaduais e 10 vices. Posteriormente, foram inseridos mais cinco campeões (do Acre,Amapá, Roraima, Rondônia e Tocantins) e outros times de cada Estado, até chegar aos 64 atuais.

Quem participa atualmente?
As 54 primeiras vagas são definidas por Estado, da seguinte forma:
• Três clubes de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, escolhidos pelos campeonatos e/ou copas estaduais;
• Dois representantes de Santa Catarina, Espírito Santo, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Maranhão, Amazonas e Pará, escolhidos pelos campeonatos e/ou copas estaduais;
• Os campeões de Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins.
• As 10 vagas restantes são destinadas aos melhores colocados no ranking da CBF entre os que não tiverem obtido classificação em seu Estado.

Quem não pode participar?
Desde 2001, quem se classifica à Libertadores não pode mais participar da Copa do Brasil, pois as competições ocorrem paralelamente. É por essa razão que, este ano, Inter, Flamengo, São Paulo, Corinthians e Cruzeiro estão fora da disputa.

Por que a Copa do Brasil não pode ter um bicampeão?
Porque o campeão, ao se classificar à Libertadores, fica fora da edição seguinte. É o caso do Corinthians este ano.

Como foram definidos os representantes paranaenses nesta edição?
O Atlético entrou como o campeão estadual e o Corinthians Paranaense como o vice. O Londrina entra por ter vencido a Copa Paraná, no final de 2008, e Coritiba e Paraná pelo ranking.

Por que o Paraná Clube vai enfrentar o Cerâmica de Gravataí (RS), que é da Segundona Gaúcha?
A Federação Gaúcha de Futebol determinou que o campeão da Copa Lupi Martins escolhesse entre uma vaga na Série D do Brasileiro ou na Copa do Brasil, deixando a preterida para o vice. O Pelotas, campeão, optou pela Série D, deixando a Copa do Brasil para o Cerâmica.

Alguém se habilita?



Da Equipe FutebolPR

Após a derrota por 3 x 0 para o Operário, o técnico Cláudio Roberto agradeceu o convite do presidente Luiz Linhares, mas decidiu pedir o boné do Engenheiro Beltrão. “Não me sinto capaz de resolver a situação, por isso acho melhor nem continuar”, afirmou. Diante da situação, o clube busca um “herói”, um “mágico” ou um “bruxo” que queira assumir o time e livrá-lo da degola.

Pelezinho fica até o final



Da Equipe FutebolPR

A vitória por 2 x 1, do Rio Branco sobre o Cianorte, serviu para efetivar o técnico Adílson Pelezinho no Leão da Estradinha. Além disso, a diretoria anunciou que Baiano foi negociado com o futebol polonês. O jogador embarcou nesta segunda-feira para uma pré-temporada no Chipre.

Torcida boicota Fantasma



Da Equipe FutebolPR

Está explicado o porquê de o público pagante no Germano Kruger não ter chegado a 3 mil, domingo. As torcidas organizadas boicotaram o Operário, por causa das quatro derrotas seguidas. No 3 x 0 contra o Engenheiro Beltrão, pelos menos 1.500 ficaram do lado de fora do estádio protestando contra o grupo gestor e a diretoria do clube.

ACP troca vitória por folga



Da Equipe FutebolPR

A estratégia psicológica do técnico Itamar Bernardes deu certo. Antes da partida contra o Toledo, o treinador definiu com o elenco que se o time perdesse não teria folga durante a paralisação do campeonato. Se empatasse, a folga seria de um dia. Caso vencesse, os jogadores ganhariam três dias. Resultado: foram a Toledo, trouxeram 3 pontos e agora só voltam na quinta-feira aos treinos. A próxima meta do ACP será derrubar a invencibilidade do Coritiba.

Só dois 100%



Da Equipe FutebolPR

O futebol brasileiro, agora, tem só dois times 100%, entre os que disputam os estaduais. Com os empates de Remo e Vasco, no final de semana, seguem na disputa de equipe imbatível o Coritiba – 7 jogos e 7 vitórias – e o Araguaia, do Mato Grosso, com duas partidas e duas vitórias.

Mais um Corinthians paranaense



Da Equipe FutebolPR

A equipe RZ MotorSport, do piloto paranaense Ricardo Zonta, foi oficializada nesta segunda-feira como a escuderia que representará o Corinthians Paulista na Stock Car – principal categoria do automobilismo brasileiro. Os carros do Timão vão disputar as 12 etapas da competição, no ano em que o clube completa 100 anos. Nasce mais um Corinthians com sotaque paranaense.

Pés na estrada



Da Equipe FutebolPR

A delegação do Atlético embarcou nesta segunda-feira cedo para Cuiabá, onde chegou por volta das 14h na capital do Mato Grosso. O time vai treinar à tarde, volta para o hotel e na terça-feira cedo viaja para Vilhena, em Rondônia. É na cidade distante 2.431 quilômetros de Curitiba que o Rubro-negro estreia na Copa do Brasil, quarta-feira. O jogo ocorre às 22h (horário de Brasília). Se vencer pela diferença de dois gols, o Furacão classifica para a 2.ª fase e dispensa a partida de volta.

Resumo do campeonato



Da Equipe FutebolPR

Jogos: 48
Gols marcados: 137
Média de gols: 2,85
Empates: 9
Vitórias de times locais: 28
Vitória de times visitantes: 11
Total arrecadado: R$ 1.748.971,00
Média de arrecadação: R$ 36.436,89
Total de público: 98.163
Média de público: 2.045

Média de público dos clubes (mandantes)
10.128... Atlético (4 jogos)
4.727... Operário (4 jogos)
3.647...Paraná (3 jogos)
2.560... Rio Branco (3 jogos)
2.347...Coritiba (4 jogos)
1.794... Cascavel (3 jogos)
1.597... Toledo (3 jogos)
820...Iraty (4 jogos)
721... ACP (3 jogos)
647... Cianorte (3 jogos)
640... Nacional (4 jogos)
618... Serrano (3 jogos)
410... Corinthians Paranaense (4 jogos)
252... E. Beltrão (3 jogos)

Time que mais vezes liderou: Coritiba, sete rodadas
Time que mais vezes ficou na ZR: E. Beltrão e Serrano, sete rodadas
Melhor ataque: Coritiba, com 20 gols
Pior ataque: Serrano, 4 gols
Melhor defesa: Atlético, 4 gols
Pior defesa: Engenheiro, 20 gols sofridos
Maior goleada: Atlético 8 x 0 Serrano
Placar mais repetido: 2 x 1 (10 vezes)
Time que mais venceu: Coritiba, sete vezes
Time que mais perdeu: E. Beltrão, seis vezes
Time que mais empatou: Atlético, Corinthians-PR, Paraná, Cascavel, Nacional e Toledo, duas vezes
Time com maior série invicta: Coritiba, sete jogos

Artilheiros
5 Gols

Rafinha (Cori)
4 Gols
Rilber (ACP)
Bruno Mineiro e Alan Bahia (Atl)
Irineu (Casc)
Marcos Aurélio (Cori)
Ceará (Iraty)
Marcelo Toscano (PR)
Vinícius (RB)
Leandro Bocão (Tol)
3 Gols
Enrico e Ariel (Cori)
Willian (Corinth)
2 Gols
Carlos Lima e Daniel Marques (ACP)
Marcelo e Netinho (Atl)
Rodrigo (Casc)
Pereira (Cori)
Safira (E. Beltrão)
Márcio e Tiago Potiguar (NAC)
Serginho Catarinense (Ope)
Renaldo (Ser)
1 Gol
Manoel, Rhodolfo, Márcio Azevedo, Bruno Furlan e Raul (Atl)
Rebenval, Jean Carlos, Alex Noronha, Danielzinho e Marcelo Peabiru (ACP)
Canela, Bruno, Ueverson e Mineiro (Casc)
Kena, Leandro, Tico Mineiro, Jean, Vágner Rosa, Briner e Márcio Nunes (Cian)
Cícero, Marcos Paulo, Jeci e Renatinho (Cori)
Leandro, Thiago Araújo, Cícero, Oliveira (Corinth)
Tiago Silva, Thomas, Luís e Alisson (E. Beltrão)
Willian Dagol, Airton, Heydson, Marquinhos, Arthur, Diogo e Rogério (Iraty)
Maicon e Luiz Rodrigues (NAC)
Leonardo, Marcelinho, Douglas, Baiano, Erivaldo, Davi Ceará e Lisa (Ope)
Pará, Guaru, Elvis e Wellington Silva (PR)
Ives, Nelsinho, Renan Meduna e Ratinho (RB)
Massai e Hugo (Ser)
Ferraz, Andrade e Rodrigo (Tol)
Gol Contra
1 Gol

Willian (Corinth)

Expulsões: 24
Time com mais jogadores expulsos: E. Beltrão, com 5

Árbitro que mais apitou: Héber Roberto Lopes, Antônio Denival de Morais, 3 jogos

Cláudio Luiz Pacheco, Emerson da Silva, Sandro Schmidt, Maurício Batista dos Santos, Adriano Milczvski, Ricardo de Lima Legnani, Marcos Daniel de Camargo, Leandro Júnior Hermes, Anderson Carlos Gonçalves, Jarbe Cassol, Rodolpho Toski Marques, Leomir de França Cuque, Fábio Filipus, Edivaldo Elias da Silva, Selmo Pedro dos Anjos Neto, Everaldo Lambert dos Reis, Antônio Valdir dos Santos, Evandro Rogério Roman e Nilo Neves de Souza Jr, 2 jogos

Cléber de Jesus Ausec Ludwig, Ronaldo Parpinelli, Rafael Traci e Antônio Marques dos Santos, 1 jogo

Classificação


Da Equipe FutebolPR

Campeonato Paranaense
Regulamento

• Classificam para a 2.ª fase os oito que mais pontuarem na 1.ª fase (disputada em turno único).
• Os quatro que menos pontuarem na 1.ª fase serão rebaixados.
• O primeiro e o segundo colocados da 1.ª fase vão com dois pontos e um ponto extra para a 2.ª fase.
• Na 2.ª fase, o 1.º fará sete jogos em casa; o 2.º, seis; o 3.º, cinco; o 4.º, quatro; o 5.º, três; o 6.º, dois; o 7.º, um, e o 8.º, nenhum.
• Será campeão o que terminar a 2.ª fase (disputada em turno único) com o maior número de pontos.

Paraná Clube inverte a mão
e vira time do “fim da rua”


0 X 1


Da Equipe FutebolPR

Aonde o Paraná Clube quer parar? Diante de um Atlético que clamava por tomar gols, desperdiçou a chance até de empatar. Resultado: perdeu por 1 x 0 o primeiro clássico da capital, nesta temporada 2010, e, mesmo com um jogo a menos, se vê em uma posição delicada na classificação. O Tricolor despencou para a 9.ª colocação. Já o Rubro-negro sustenta a vice-liderança, com 14 pontos.

O que se previa aconteceu: o calor espantou a torcida e pouco mais de 5 mil torcedores foram à Vila Capanema. Quem estava no estádio viu o Paraná Clube começar melhor. O time marcava forte no meio-campo, não deixava Alan Bahia tomar conta do setor, mas essa superioridade não se converteu em gol. Então, prevaleceu a máxima “quem não faz, leva” e o Atlético abriu o placar aos 21min. Bola cruzada na área, Bruno Mineiro, sem marcação, nem subiu para cabecear no canto. Juninho voou atrasado e a bola foi morrer no fundo as redes.

O gol rubro-negro mexeu com o plano tático e com os nervos do Tricolor. A equipe perdeu o ímpeto, mas o Atlético estava acomodado em campo e não forçou para ampliar o placar. Os times foram para a parada técnica e seguiram num ritmo ameno até o intervalo.

No 2.º tempo, o técnico Marcelo Oliveira fez uma série de mudanças até a metade da etapa e o Paraná reencontrou-se. Passou apertar o Atlético e aos 29min ganhou a chance de empatar. Manoel deu uma de “mané” e chargeou Marcelo Toscano na área. Pênalti claro. Toscano de uma de “tosco” e mandou na trave.

O lance escreveu mais uma vitória do Atlético na estatística do clássico e empurrou nuvens negras sobre a Vila Capanema. No final do jogo, caiu um toró. Seria o prenúncio do futuro tricolor na competição?

7/2/2010
Paraná Clube 0 x 1 Atlético
Local:
Vila Capanema, em Curitiba; Árbitro: Adriano Milczvski; Assistentes: Francisco Aurélio do Prado e Ricardo Vilar Neves; Renda: R$ 109.475; Público: 5.201; Gol: Bruno Mineiro, 21min do 1.º; Cartões amarelos: Pará, Márcio Azevedo e Manoel; Expulsão: Valencia, 29min do 2.º
Paraná: Juninho; Chicão, Diego Correia e Alessandro Lopes (Marcelo, 12min do 2.º); Murilo, Luiz Henrique Camargo, Edimar, Pará (Márcio Diogo, 15min do 2.º), Elvis (Igor, 21min do 2.º) e Guaru; Marcelo Toscano
Técnico: Marcelo Oliveira
Atlético: Neto; Gerônimo, Manoel, Rhodolfo e Márcio Azevedo; Valencia, Alan Bahia, Chico e Netinho (Vanegas, 49min do 2.º); Marcelo (Raul, 37min do 2.º) e Bruno Mineiro (Serna, 41min do 2.º)
Técnico: Antônio Lopes

Vermelhinho encaminha vaga;
Toledo projeta reformulação



Da Equipe FutebolPR

A partir desta segunda-feira, o Campeonato Paranaense terá uma pausa de 10 dias. O Toledo vai usar o período para reavaliar o elenco e, provavelmente, trocar o técnico. O clube do oeste planejava uma classificação fácil para a 2.ª fase, mas está ameaçado de rebaixamento. Principalmente depois deste domingo, quando perdeu em casa para o ACP, por 3 x 1.

Na contramão do Toledo, o Paranavaí pode dizer que encaminhou a classificação com a vitória. Foi a 13 pontos, assumiu o 3.º lugar e é o melhor time do interior. Na cidade do Noroeste, os mais otimistas já sonham com campanhas iguais às de 2003 e 2007, quando o clube foi vice-campeão e campeão estadual.

No jogo deste domingo, a equipe do técnico Itamar Bernardes mostrou ser um adversário de respeito. Jogou no erro do Toledo e aos 27min do 1.º tempo já vencia por 1 x 0. Robenval fez o gol. Na etapa final, aos 9min, Carlos Lima ampliou e o Toledo tentou uma reforma rápida no time, que quase deu certo.

Ferraz, que havia entrado no intervalo, fez 2 x 1. Minutos depois, um pênalti para o Toledo. Seria a chance do empate, mas Leandro Bocão bateu para fora. O desperdício foi como um ducha de água fria na equipe local. Sem ter nada a ver com isso, Rilber foi lá e, aos 49min, sacramentou a vitória do ACP: 3 x 1.

7/2/2010
Toledo 1 x 3 ACP
Local:
14 de Dezembro, em Toledo; Árbitro: Maurício Batista dos Santos; Assistentes: Fábio Gazarini Silva e João Marcelo de Souza; Renda: R$ 15.430; Público: 1.195; Gols: Robenval, 27min do 1.º; Carlos Lima, 9min; Ferraz, 28min, e Rilber, 49min do 2.º; Cartões amarelos: Alex Noronha, Alemão e Luizão
Toledo: Gottardi; Rodrigo, Glauco e Edson Mendes (Bill, 11min do 2.º); Jean, Márcio Reis, Vasconcellos, Luizão (Ferraz, no intervalo) e Alemão; Leandro Bocão e Andrade (Jessé, 16min do 2.º)
Técnico: Agenor Picinin
Paranavaí: Vilson, Daniel Marques, Alex Noronha, Robenval, William Pomarola e Rogerinho (Jean Carlos, no intervalo); Carlos Lima, Mikimba e Rilber; Danielzinho (Marcelo Peabiru, 14min do 2.º) e Duda
Técnico: Itamar Bernardes

Serrano vence o NAC e embola
parte debaixo da classificação



Da Equipe FutebolPR

No Newton Agibert, em Prudentópolis, o Serrano entregou a penúltima colocação do campeonato para o Nacional. O time do técnico Ricardo Pinto venceu o NAC por 1 x 0, neste domingo, e embolou a classificação na parte debaixo da classificação.

O 1.º tempo foi um jogo de poucas emoções. O Serrano teve mais domínio da bola, mas não conseguiu chegar com perigo ao gol do Nacional. Nos lances em que concluiu, o time de Prudentópolis exigiu que o goleiro Camilo realizasse defesas por intuição. O sol estava batendo direto no gol defendido por ele.

No intervalo técnico, Ricardo Pinto começou a acertar o Serrano, pedindo que a equipe explorasse mais as bolas paradas. O Serrano terminou o 1.º tempo em cima do Nacional e voltou na etapa final no mesmo ritmo. O gol não demorou a sair. Tiago Bocão venceu a zaga na força e a bola sobrou para Renaldo finalizar no canto, aos 3min.

Depois disso o Nacional acordou para o jogo e foi para cima. Daí quem se destacou foi o goleiro Val. O Serrano só equilibrou as ações a partir da metade do 2.º tempo, quando Chulapa entrou no lugar de Tiaguinho e reforçou a marcação no meio-campo.

O Nacional ficou sem espaço para contra-atacar e recuou para preservar a derrota de 1 x 0 e não se complicar ainda mais na classificação.

Os dois times seguem na ZR. O Serrano foi a 7 pontos e ocupa a 12.ª posição. O Nacional, com 5 pontos, é o 13.º.

7/2/2010
Serrano 1 x 0 Nacional
Local:
Newton Agibert, em Prudentópolis; Árbitro: Ricardo de Lima Legnani; Assistentes: Arquimedes Restelato da Silva e Marcelo Pavan; Renda: 6.580; Público: 549; Gol: Renaldo, 3min do 2.º; Cartões amarelos: Jonathan, Mário e Luizinho
Serrano: Val; Hugo, Jonathan e Mário; Bruno, Joel (Washington, no intervalo), Tiago Bocão, Massai e Anderson Paraná; Renaldo (Thiago Melo, 40min do 2.º) e Tiaguinho (Chulapa, 23min do 2.º)
Técnico: Ricardo Pinto
Nacional: Camilo; Maicon, Erico, Diego e Bruno; Ueliton (Conceição, 8min do 2.º), Luizinho (Paraíba, no intervalo), Flávio e Tiago; Márcio e Rodrigo (Samuel, 31min do 2.º)
Técnico: Claudemir Sturion

Cascavel prova: em região de
gaúcho, Corinthians não se cria


3 X 1


Da Equipe FutebolPR

O técnico Eloi Kruger começa a se credenciar ao troféu de treinador revelação do Campeonato Paranaense. Apesar de ser rodada, é a primeira vez que ele atua no Estado e mostra ser especialista em “nós táticos”. Foi assim no 0 x 0 contra o Atlético e neste domingo, quando engoliu Lio Evaristo. Resultado: Cascavel 3 x 1 Corinthians Paranaense.

A Serpente abriu o placar aos 10min, com Irineu. A defesa do Corinthians falhou e o meio-campista apareceu nas costas da marcação, bateu cruzado e fez 1 x 0. O Cascavel bem que tentou fazer o segundo gol, mas desperdiçou oportunidades e permitiu que o adversário gostasse do jogo a partir dos 30min. Resultado: o Timãozinho empatou aos 40min, depois que Cícero enfiou a bola e encontro André livre. Ele tocou na saída do goleiro e fez 1 x 1.

No 2.º tempo, Eloi Kruger entrou em ação e detectou as fragilidades do Corinthians. Ele determinou que seu obediente time jogasse nos erros do adversário e aos 28min começou a colher os frutos. Uerverson, que havia entrado no intervalo e desestruturou a marcação do Timãozinho, cobrou falta na cabeça de Rodrigo, que fez 2 x 1 para o Cascavel.

Em desvantagem, o Corinthians adotou a tática “perdido por um, perdido por mil” e se lançou ao ataque. Acabou castigado aos 41min, quando Canela fez 3 x 1. A jogada foi bonita. Houve uma troca de passes entre Kim, Sidiclei e Vagner, que cruzou para Canela definir o placar e mostrar que em região onde há gaúchos Corinthians não se cria.

O Cascavel praticamente encaminha a classificação, indo a 11 e ocupando o 4.º lugar, enquanto o Corinthians despencou na tabela, mantendo-se com 11 pontos, na 5.ª posição.

7/2/2010
Cascavel 3 x 1 Corinthians Paranaense
Local:
Olímpico Regional, em Cascavel; Árbitro: Sandro Schmidt; Assistentes: Wesley Gomes da Silva e Celso Galvan; Renda: R$ 26.520; Público: 1.938; Gols: Irineu, 10min, e Cícero, 40min do 1.º; Rodrigo, 28min, e Canela, 41min do 2.º; Cartões amarelos: Gílson e Sidiclei
Cascavel: Veloso; Rafael (Vagner, no intervalo), Ciro, Rodrigo e Gílson; Mineiro (Canela, 27min do 2.º) Gilberto (Ueverson, no intervalo), Sidiclei e Irineu; Bruno e Rodrigo
Técnico: Eloi Kruger
Corinthians Paranaense: Ari; Thiago Araújo, Neto, Elton, Rodrigo Crasso; Paulinho, Cícero, Willian e Ronaldo (Max, 33min do 2.º); Bruno Batata e André (Oliveira, 22min do 2.º)
Técnico: Lio Evaristo

Fantasma espanta crise, volta
ao G8 e põe Beltrão na UTI


3 X 0


Da Equipe FutebolPR

A torcida do Operário, ressabiada com a série de quatro derrotas seguidas, não compareceu no número esperado ao Germano Kruger. Foram menos de 3 mil pagantes que viram o Fantasma espantar a crise e voltar ao G8 do estadual. Com o 3 x 0, o Engenheiro Beltrão segue sem vencer, está na UTI e foi entubado.

O técnico Norberto Lemos modificou a equipe, em relação à eque vinha atuando, e parece ter acertado a mão. O meio-campista Marcelinho estreou no time e deu uma nova cara ao setor. Da mesma forma, o atacante França. Renovado, o Operário abriu o placar aos 32min da etapa inicial. Leonardo aproveitou cruzamento e fez 1 x 0. O gol saiu logo após a volta da parada técnica.

No 2.º tempo, Marcelinho, que vinha sendo o melhor jogador do Fantasma, foi premiado com um gol. Ele até chutou fraco, mas o goleiro Francis aceitou: 2 x 0 Operário. Em seguida, o Engenheiro descontrolou-se e Alysson foi expulso.

Com um jogador a menos, o time do técnico estreante Cláudio Roberto nada mais pode fazer em campo senão aguardar sair o 3.º gol do Operário. E ele veio aos 31min, quando Douglas aproveitou rebote na trave, agachou-se e, de cabeça, sacramentou o placar: 3 x 0.

O Operário foi para a 8.ª colocação, com 9 pontos, e o Engenheiro Beltrão segue na lanterna, com um ponto só.

7/2/2010
Operário 3 x 0 Engenheiro Beltrão
Local:
Germano Kruger, em Ponta Grossa; Árbitro: Emerson da Silva; Assistentes: Márcio Lopes Guerra e Alexandre Cavalcanti de Souza; Renda: R$ 44.405; Público: 2.696; Gols: Leonardo, 32min do 1.º; Marcelinho, 12min, e Douglas, 31min do 2.º; Cartões amarelos: Douglas (EB) e Tiago Silva; Expulsão: Alysson, 18min do 2.º
Operário: Osmar; Leonardo, Flamarion e João Renato; Lisa, Serginho Paulista, Serginho Catarinense, Marcelinho e Digão; Dyego Souza (Douglas, no intervalo) e França (Ceará, 11min do 2.º)
Técnico: Norberto Lemos
Engenheiro Beltrão: Francis; Rulivan (Baiano, no intervalo) , Leonardo (Fabinho, no intervalo), Douglas e Wellington; Alysson, Gaúcho, Jeferson e Macula; Safira e Tiago Silva
Técnico: Cláudio Roberto

Rio Branco afunda Cianorte e
ameaça pôr Winck na ciranda


2 X 1


Da Equipe FutebolPR

Quatro clubes já trocaram de técnico no Campeonato Paranaense: Serrano, Rio Branco, Engenheiro Beltrão e Nacional. Agora, mais um clube ameaça engrossar a ciranda de treinadores. É o Cianorte, que voltou a perder no campeonato e entrou na ZR. Assim, Luiz Carlos Winck está ameaçado no cargo. E a derrota foi para um time que estreava técnico. Adílson Pelezinho começou com o pé direito no Rio Branco e ganhou por 2 x 1.

Os gols saíram no 1.º tempo. Com a escalação bem modificada, em relação à que Nilo Neves vinha levando a campo, o Leão da Estradinha tomou a iniciativa do jogo e aos 27min abriu o placar. Vinícius fez boa jogada individual, enganou a zaga do Cianorte, bateu no canto e fez 1 x 0. Quatro minutos depois, o Cianorte reagiu e empatou. Kena aproveitou um bate-roupa do goleiro Alexandre e definiu 1 x 1.

Aos 40min, Renan Meduna chutou forte em direção ao gol, Raí deu rebote e Vinícius apareceu para fazer 2 x 1 para o Rio Branco. A partir deste lance, o calor passou a prejudicar a partida. Os jogadores diminuíram o ritmo e houve até problemas de lesões em campo.

No 2.º tempo, dois jogadores do Cianorte passaram apenas a fazer figuração em campo, pois o técnico Luiz Carlos Winck já havia feito três substituições e não tinha como trocá-los. Vinícius e Vagner Rosa sentiram a alta temperatura e praticamente deixaram o jogo no 9 contra 11. Porém, o Rio Branco, sem ser ameaçado, preferiu se poupar em vez de buscar uma goleada, garantindo 3 pontos a mais.

O Leão da Estradinha subiu para a 7.ª colocação, com 10 pontos, e o Leão do Vale caiu para 11.º, com 7 pontos.

7/2/2010
Rio Branco 2 x 1 Cianorte
Local:
Gigante do Itiberê, em Paranaguá; Árbitro: Cláudio Luiz Pacheco; Assistentes: Daniel Cotrim de Carvalho e Renata Paula Guimarães; Renda: R$ 4.535; Público: 277; Gols: Vinícius, 27min e 40min, e Kena, 31min, do 1.º; Cartões amarelos: Baiano, Márcio Nunes, Flavinho, Vinícius (Cian) e Nelsinho
Rio Branco: Alexandre; Marquinho, Alisson e Carlinhos; Ives, Baiano (Júnior, no intervalo), Nelsinho, Ioiô (Juninho, 24min do 2.º) e Vinícius; Ratinho (Nick, 38min do 2.º) e Renan Meduna
Técnico: Adílson Pelezinho
Cianorte: Rai; Brinner, Márcio Nunes e Catatau; Vagner Rosa, Jean (Vinicius, no intervalo) Leandro, Flavinho e Kena; Tico Mineiro (Joiner, 21min do 2.º) e Rincon (Amaral, 16min do 2.º)
Técnico: Luiz Carlos Winck

Coritiba vence jogo que tinha
um sol para cada um, à noite



Da Equipe FutebolPR

Jogo disputado sob temperatura na casa dos 30 graus, e que exigiu as paradas técnicas do árbitro, mesmo disputado à noite. Foi neste cenário, de “um sol para cada um”, que o Coritiba igualou os recordes de 1976 e 2003 de vitórias consecutivas – sete. A marca veio através da vitória por 3 x 1 sobre o Iraty.

A partida em Paranaguá, no Gigante do Itiberê, também estabeleceu um recorde negativo para o Coxa. Desde a Série B de 1990, em jogos como mandante, o alviverde não atraía um púbico tão pequeno. Só 1.878 pagaram ingresso para ver a partida no litoral paranaense.

Mas quem foi viu um bom jogo. O Iraty bem que tentou complicar as ações do Coritiba no 1.º tempo – inclusive acertou uma bola na trave quando estava 0 x 0 -, mas prevaleceu o bom conjunto alviverde, que abriu o placar aos 40min. Marcos Aurélio cobrou falta e Pereira desviou de cabeça para o gol.

Com a retranca do Azulão perfurada, o 2.º tempo foi totalmente diferente do 1.º. O Iraty se abriu e o Coritiba, com menos de 10min, já vencia por 2 x 0. O autor do 2.º gol foi Marcos Aurélio. Aos 16min, Rafinha perdeu aquele que seria outro golaço. Ele recebeu passe, driblou quatro adversários, mas na hora de finalizar mandou para fora.

A partir deste lance, o Iraty voltou a se fechar novamente, para evitar uma goleada. As ações do Coxa foram dificultadas e o Azulão achou seu gol aos 42min, com Willian Dagol. O 2 x 1 animou o Iraty, que se mandou ao ataque para tentar o empate. Com mais espaço, o Coxa chegou ao terceiro gol, aos 45min. Marcos Aurélio cobrou falta e fez 3 x 1.

Antes do apito final, o meio-campista Rafinha foi expulso e desfalca o Coritiba contra o Paranavaí, dia 17.

6/2/2010
Coritiba 3 x 1 Iraty
Local:
Gigante do Itiberê, em Paranaguá; Árbitro: Antonio Denival de Morais; Assistentes: Marcos Rogério da Silva e César da Silva Nogueira; Renda: R$ 31.215,00; Público: 1.878; Gols: Pereira, aos 40min do 1.º; Marcos Aurélio, 9min e 45min, e Willian Dagol, 42min do 2.º; Cartões amarelos: Sílvio, Rogério, Diogo, Bruno, Renê e Ramon; Expulsão: Rafinha, 47min do 2.º
Coritiba: Edson Bastos; Jeci, Lucas Mendes e Pereira (Luciano Amaral, 20min do 2.º); Fabinho (Fabinho Capixaba, 20min do 2.º), Leandro Donizete, Marcos Paulo, Renatinho e Enrico (Ramon, 20min do 2.º); Rafinha e Marcos Aurélio Técnico: Ney Franco
Iraty: Walter, Ayrton, Rogério, Renê, Diogo (Mauro, 31min do 2.º), Iotti (Willian Dagol, 9min do 2.º), Sílvio (Arthur, no intervalo), Bruno, Eydison, Ceará e Wanderson
Técnico: Gilberto Pereira

Calor desafia clássico
a lotar a Vila Capanema


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Da Equipe FutebolPR

Curitiba vive dias quentes, com temperatura média de 33 graus. É um convite, para um domingo ensolarado, aos parques da cidade. Mais ainda: um convite a descer ao litoral, que atraiu um fluxo considerável de veranistas neste final de semana. Num ambiente desses, futebol fica em segundo plano. É isso que Paraná x Atlético, às 16h50, na Vila Capanema, vão desafiar.

Conseguir atrair público para o primeiro clássico entre clubes da capital é a incógnita do jogo. Mas há atrativos? Poucos, mas há. Um deles é a briga pelo supermando. O time que perder, despede-se da luta de conseguir lutar pelo 1.º lugar. Tem também a disputa pela artilharia, entre Marcelo Toscano, do lado Tricolor, e Alan Bahia, do Atlético – ambos têm 4 gols.

No clássico, o favoritismo está com o Atlético. Para conseguir ganhar do Rubro-negro, o técnico Marcelo Oliveira fez mistério e promete desvendá-lo apenas no vestiário. Na zaga, Chicão e Marcelo disputam uma vaga. Se Chicão não couber na defesa, pode ir para o meio-campo, onde concorre com Edmar. Também no meio-campo, Elvis e Pará brigam por uma posição.

No Atlético, o técnico Antônio Lopes tem praticamente uma dúvida: começar com Tartá ou Chico no meio-campo? A chance maior é de que Tartá inicie como titular. Nas demais posições, o time será o mesmo que já venceu Serrano, Corinthians Paranaense e Cianorte. Curiosamente, todos esses jogos foram ao anoitecer. Pela 1.ª vez, o Atlético terá dois rivais: o Paraná e o calor.

7/2/2010
Paraná Clube x Atlético
Local:
Vila Capanema, em Curitiba; Horário: 16h50; Árbitro: Adriano Milczvski; Assistentes: Francisco Aurélio do Prado e Ricardo Vilar Neves
Paraná: Juinho; Alessandro Lopes, Chicão e Diogo Correa; Murilo, Edmar, Luiz Henrique de Camargo, Pará e Guaru; Marcelo Toscano e Wellington Silva
Técnico: Marcelo Oliveira
Atlético: Neto; Gerônimo, Manoel, Rhodolfo e Márcio Azevedo; Valencia, Alan Bahia, Tartá e Netinho; Bruno Mineiro e Marcelo
Técnico: Antônio Lopes

Serrano tenta cartada decisiva
contra o NAC, de técnico novo


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Da Equipe FutebolPR

Já sócios da ZR, Serrano e Nacional tentam desesperadamente reverter essa situação. Neste domingo, às 16h40, no Newton Agibert, só aquele que vencer terá a chance de sair da UTI. Por isso, os clubes jogam todas as fichas.

Vale, inclusive, trocar de técnico, como fez o NAC. O time de Rolândia dispensou Carlos Alberto – descobridor de Adriano, o Imperador – e contratou Claudemir Sturion. O treinador, profundo conhecedor do futebol do interior, tem sete jogos para deixar o Nacional entre o 9.º e o 10.º lugares.

A missão é semelhante à de Ricardo pinto, que para a partida deste domingo mexe no time. Ele saca Washington Baiano da zaga e coloca Anderson Paraná. No ataque, Tiaguinho será o companheiro de Renaldo.

No Nacional, Claudemir Sturion também mexe no time. “Para a partida contra o Serrano, definimos uma nova postura para a equipe, inclusive com algumas modificações em relação ao time que entrou em campo contra o Toledo. Neste momento, também é importante trabalhar o emocional dos atletas. Precisamos estar confiantes e concentrados”, disse.

Os clubes também seguem contratando e nas próximas rodadas tendem a levar a campo equipes bastante modificadas.

7/2/2010
Serrano x Nacional
Local:
Newton Agibert, em Prudentópolis; Horário: 16h40; Árbitro: Ricardo de Lima Legnani; Assistentes: Arquimedes Restelato da Silva e Marcelo Pavan
Serrano: Val; Hugo, Jonathan e Mário; Anderson Paraná, Thiago Bocão, Bruninho Guerreiro, Joel e Massai; Renaldo e Tiaguinho
Técnico: Ricardo Pinto
Nacional: Camilo; Conceição, Macalé, Wendell e Érico; Bruno Matavelli, Nélio, Douglas Silva e Flávio; Tiago Potiguar e Márcio
Técnico: Claudemir Sturion