Da Equipe FutebolPREm debate sobre a Copa 2014, ocorrido nesta terça-feira na Câmara Municipal de Curitiba, mais uma vez o plano B para a subsede Curitiba veio à tona. O engenheiro Luiz Hayakawa, administrador da Regional Matriz, apêndice da Prefeitura de Curitiba, confessou que está em estudo a construção de uma nova arena no local hoje ocupado pela Vila Capanema.
Ele justificou o empreendimento, dizendo que um estádio naquele local estaria numa área estratégica, por estar próximo da Avenida das Torres – principal ligação com o aeroporto Afonso Pena – e por ser vizinho da rodoferroviária da capital. Com isso, segundo Hayakawa, a nova arena estaria interligada com os principais pontos de embarque e desembarque de turistas que vierem a Curitiba.
Também presentes no encontro, o secretário especial do Comitê para Assuntos da Copa, Algaci Túlio, e o presidente do conselho deliberativo do Atlético, Gláucio Geara, se mostraram constrangidos com a declaração de Hayakawa e se viram pressionados por organismos de engenharia, como CREA-PR e Instituto de Engenharia do Paraná, sobre o impasse em torno da Arena da Baixada.
O fato é que vários setores da economia paranaense começam a pressionar a prefeitura de Curitiba e o governo do Estado para que definam logo a questão do estádio. Eles temem ver a Copa escapar da cidade e, pelo que se viu nesta terça-feira, na Câmara de Vereadores, se posicionaram a favor de um novo estádio em vez de remendar a Arena. Hayakawa teria sido apenas o porta-voz do movimento que surge na capital.
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