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Vitória a la argentina



Da Equipe FutebolPR


O que o Estudiantes de La Plata tem a ver com o Paraná? Nada e tudo. Nada quando se comparam os dois clubes. Um é campeão fresquinho da Libertadores; o outro, hoje, é um coadjuvante da Série B do Brasileiro, mas que copiando o estilo argentino de atuar começa a querer reverter sua sina na competição.

Depois de estrear com uma acachapante derrota por 5 x 0 para o Atlético-GO, o técnico Sérgio Soares teve um insight. Descobriu que o Tricolor não pode jogar priorizando o ataque, mas a defesa. A missão é primeiro ter um sistema defensivo coeso para daí agredir os rivais. Assim opera o Estudiantes, fonte de inspiração confessada pelo treinador. “O plano tático deles é um modelo a ser seguido”, disse Soares, na sexta-feira (17/7).

Neste sábado (18/7), na vitória por 2 x 1 sobre até então invicto Guarani, o Paraná – guardada as devidas proporções – lembrou o Estudiantes que na quarta-feira passada venceu o Cruzeiro também por 2 x 1 e sagrou-se campeão da Libertadores. O time de Sérgio Soares procurou, mais do que jogar no erro do adversário, induzir o líder da Série B ao erro. Conseguiu, ganhou e deixou a zona de rebaixamento. Mas agora vem o grande desafio: obter regularidade.

O time terá duas partidas em casa - contra São Caetano e ABC. Se conseguir duas vitórias, não será exagero dizer que entra no páreo para começar a brigar por vaga no G4. Porém, frise-se: o técnico Sérgio Soares não poderá ceder ao canto da sereia. Entre eles, o de atender a apelos que forcem a modificação da equipe.

Não poderá, por exemplo, ocorrer nesta semana que se inicia o que já aconteceu com Zetti após a dupla vitória sobre Vasco (3 x 1) e Juventude (1 x 0). Na ocasião, o técnico foi pressionado a escalar jogadores da B.A.S.E, entre eles o menino Elvis. Foram tão grandes as investidas que o treinador, sem espaço para trabalhar, pediu para sair.

Agora não é a hora de Elvis nem de Bruninho nem qualquer outra revelação. Não que eles não mereçam oportunidades. Mas será muito melhor se entrarem em um time estabilizado, do que na fogueira. O momento é de Gabriel, Adoniram, Alex Afonso e, sobretudo, Davi. Contra o Guarani, o meio-campista foi para o Paraná o que Verón representou para o Estudiantes na Libertadores. Por isso, o Tricolor obteve uma vitória a la argentina.

No hay dinero


Da Equipe FutebolPR

Motivo puro e simples para Alex Mineiro não ter fechado com o Atlético na semana que finda: o Furacão não tem dinheiro para pagar os R$ 700 mil pedidos pelo Grêmio e, muito menos, para adiantar ao atacante o R$ 1 milhão de luvas por um contrato de um ano. Simples assim.

O nome do jogo 2


Da Equipe FutebolPR

Ariel Nahuelpán, do lado do Coxa, e Márcio Azevedo, pelo Furacão, despontam como os jogadores com maiores chances de se destacar no Atletiba de domingo, às 16h, na Arena da Baixada. Por quê? Trata-se de um jogo em que a raça prevalece à técnica. Neste quesito, os dois são Ph.D.

O nome do jogo


Da Equipe FutebolPR

Ageu, hoje auxiliar técnico do Paraná Clube, foi quem mais vestiu a camisa do Tricolor em duelos contra o Guarani. Ele esteve presente em 7 confrontos dos 14 que já aconteceram. Neste sábado (17/7), às 16h, ocorre o 15.º, no Brinco de Ouro da Princesa. No estádio do Bugre, em Campinas (SP), o Paraná só venceu uma vez: foi há 12 anos, por 2 x 1.

Dura vida de repórter esportivo


Da Equipe FutebolPR

Entre quarta e quinta-feiras (15 e 16/7), três repórteres foram a prova viva de que atuar no jornalismo esportivo não é bolinho. Na quarta, o destemperado Serginho Chulapa, interino no Santos, tascou um empurrão em André Hernan, da SporTV, para não conceder entrevista. No dia seguinte, no empate por 1 a 1 entre Náutico e Vitória, nos Aflitos, em Recife, o repórter Nilson Luiz, da Rádio Itapoan, de Salvador, foi atingido por uma garrafa de vidro, arremessada por torcedores.

Também na noite de quinta-feira, Romário perdeu as estribeiras e xingou um repórter de “babaca”. O Baixinho acompanhava a partida do América-RJ contra o Bonsucesso, quando foi questionado sobre a sua recente prisão. “Como foi voltar à rotina depois do que aconteceu?”, perguntou o repórter. Como resposta, Romário disse: “Põe uma melancia na cabeça, seu babaca. Está querendo aparecer?”.

Aqui no futebol paranaense, depois da “aposentadoria” de Mário Celso Petraglia, caiu bastante o índice de xingamentos contra jornalistas. Até por que, o ex-cartola parece ter conseguido adestrar boa parte dos solertes repórteres. Por isso, depois de décadas, ainda dá saudades de nomes como Augusto Mafuz e J. Agostinho, que perguntavam na bucha e não tinham medo de cara feia nem de intimidações.

FutebolPR está de volta


Da Equipe FutebolPR

Olá amigo internauta,

O FutebolPR, que por mais de cinco anos balizou a imprensa esportiva paranaense, com suas notícias exclusivas e cobertura completa de todos os clubes do estado, está de volta. O retorno se dá em forma de blog - ferramenta que garante mais agilidade às postagens de notícias -, mas a riqueza do conteúdo será a mesma. Com uma diferença: o foco principal, agora, são os bastidores da bola e a interpretação dos fatos que, muitas vezes, passam batidos em boa parte da nossa mídia. Portanto, boa leitura a partir de agora.