header-photo

Coritiba, mais uma vez, joga
para apagar 6 de dezembro


X
Da Equipe FutebolPR

Desde 6 de dezembro de 2009, quando empatou por 1 x 1 contra o Fluminense, foi rebaixado e viu o Couto Pereira invadido, o Coritiba já entrou em campo várias vezes para apagar aquela tragédia. Foi assim quando ganhou o estadual 2010, quando se sagrou campeão da Série B 2010, quando foi bi paranaense em 2011 e finalista da Copa do Brasil 2011.

Neste sábado, volta a campo para, mais uma vez, apagar aquele dia. O adversário é o Fluminense, que o Coxa não enfrenta desde aquele 6 de dezembro. Para mostrar que vive outra fase, o clube planeja uma vitória convincente para distanciar-se de vez da ZR e começar a projetar outros objetivos no campeonato.

16/julho/2011
Série A
10.ª rodada
CORITIBA x FLUMINENSE
Local:
Couto Pereira, em Curitiba; Horário: 18h30; Árbitro: Paulo César Oliveira(SP); Assistentes: Vicente Romano Neto(SP) e João B. Nobre Chaves(SP)
Coritiba: Edson Bastos; Maranhão, Pereira, Emerson e Eltinho; Wilian, Leo Gago, Rafinha, Tcheco e Marcos Aurélio; Leonardo
Técnico: Marcelo Oliveira
Fluminense: Diego Cavalieri; Mariano, Márcio Rosário, Gum e Carlinhos; Diguinho, Edinho, Souza e Deco; Ciro e Rafael Moura
Técnico: Abel Braga

Renato Gaúcho, como visitante,
nunca perdeu em São Januário


X
Da Equipe FutebolPR

O técnico Renato Gaúcho já dirigiu o Vasco e também já enfrentou a equipe cruzmaltina. Estando do outro lado, nunca perdeu em São Januário. Disputou oito jogos, venceu três e empatou cinco. É um retrospecto que pode anular a desvantagem atleticana quando atua no reduto vascaíno. No estádio do alvinegro da Colina, o Furacão nunca ganhou. Neste sábado, para engatar uma recuperação no Campeonato Brasileiro, o resultado só pode ser um: vitória.

16/julho/2011
Série A
1.º turno
10.ª rodada
VASCO x ATLÉTICO
Local:
São Januário, no Rio; Horário: 18h30; Árbitro: Alicio Pena Junior (MG); Assistentes: Helberth Costa Andrade (MG) e Jair Albano Felix (MG)
Vasco: Fernando Prass; Max (Allan), Dedé, Anderson Martins e Márcio Careca (Jumar); Rômulo, Juninho, Felipe e Bernardo; Eder Luis e Alecsandro
Técnico: Ricardo Gomes
Atlético: Renan Rocha; Wagner Diniz, Manoel, Fabrício e Paulinho; Deivid, Cleber Santana, Kleberson e Madson; Guerrón e Santiago García
Técnico: Renato Gaúcho

Tricolor 100% na Vila
consolida vaga no G4


2 X 1
Da Equipe FutebolPR

Desde que o técnico Roberto Fonseca assumiu o Paraná Clube, a equipe está com aproveitamento de 100% na Vila Capanema - no empate por 1 x 1 contra a Portuguesa, o treinador ainda era Ricardo Pinto. Nesta sexta-feira, confirmou o desempenho ao vencer o Vila Nova por 2 x 1. O resultado faz o Tricolor assegurar presença no G4, onde, ao lado de Portuguesa e Ponte Preta, começa a mostrar que o grupo de acesso tem donos.

15/julho/2011
Série B
1.º turno
11.ª rodada
PARANÁ CLUBE 2 X 1 VILA NOVA
Local:
Vila Capanema, em Curitiba; Árbitro: Francisco Assis Almeida Filho (CE); Assistentes: Thiago Gomes Brigido (CE) e Arnaldo Rodrigues de Souza (CE); Gols: Giancarlo, 21 do 1.º; Lima, 14, e Roni (p) 17 do 2.º; Renda: R$ 126.230; Público: 6.030
Cartões amarelos: Adilson, Augusto, Giancarlo, Jefferson Maranhão, Betinho e Júlio César; Expulsão: Serginho
Paraná: Zé Carlos (Luís Carlos); Lisa (Júlio César), Luciano Castán, Brinner e Lima; Júnior Urso, Éverton Garroni, Serginho e Welington (Cambará); Jefferson Maranhão e Giancarlo
Técnico: Roberto Fonseca
Vila Nova: Michel Alves; Luizinho (John Lenon), Éder Lima, Augusto e Jorge Henrique; Jairo, Adilson, Ricardinho (Wando) e Luiz Fernando; Roni e Leandro Cearense (Betinho)
Técnico: Helio dos Anjos

Malucelli pede união
dos atleticanos de bem

A PALAVRA DO PRESIDENTE

Torcedor Atleticano,

Seguindo a política de democracia e verdade, marca da atual gestão, acredito ser pertinente trazer informações à comunidade atleticana e ao público em geral neste momento de intenso jogo de inverdades.

Nas últimas semanas, procuramos concentrar esforços em dois pontos específicos dentro das diversas atividades do nosso Furacão: a reação do time no Brasileirão e o encaminhamento da questão das obras na Arena para a Copa das Confederações/2013 e a Copa/2014.

Nesses dias, evitamos propositalmente interrogar manifestações difamatórias de oportunistas, sempre de plantão, tal como guardas da moral e dos bons costumes, justamente aqueles que nessas ocasiões são os mais implicados naquilo que criticam. Mas, devido à insistência dessa posição bélica e paranóica, faz-se necessário, menos do que esclarecer, tomar uma posição frente à histeria instalada dando a entender aos mais incautos que a situação do CAP é de abandono e de incompetência administrativa.

Não é, embora assim o divulguem os tais paladinos da moral e dos bons costumes, o que acaba repercutindo nas famigeradas redes sociais, que, como sabemos tem o seu lado exibicionista, valendo aqui lembrar Carlos Heitor Cony em crônica no jornal Folha de São Paulo, que oportunamente definiu o lado sombrio da internet como “cloaca de ressentimentos, inveja, calúnias, impotência existencial, fracassos profissionais (...)”. Sem dúvida, é preciso cautela e bom senso para frequentar estes dispositivos. Os sofismas proliferam no caso do CAP e deslizam para o mais fácil e raso argumento e se afastam do ponto que interessa a todos os atleticanos.

Agora, diante da manifestação de torcedores questionando o trabalho da Diretoria Administrativa e de seu Presidente de forma pública e francamente tendenciosa, gostaria de relembrar alguns fatos, que sempre merecem esclarecimento.

Em setembro de 2008, quando assumi o Departamento de Futebol do CAP a pedido de quem à época conduzia (e mal) os destinos do nosso Clube, do qual, é sempre bom lembrar, se intitulava “dono” – o mesmo fracassado desertor que pouco depois se tornou obstinado opositor -, estávamos na zona de rebaixamento e a 14 rodadas do fim do Campeonato Brasileiro, demitindo o terceiro treinador no campeonato, com um elenco desmotivado, altíssimo risco de rebaixamento e sem possibilidades de contratações porque a situação à época era precária na parte financeira, sendo certo que grande parte da Torcida e da imprensa davam como certa e inevitável nossa queda para a Série B.

Contrariando toda e qualquer expectativa o ATLÉTICO foi superando obstáculos e se manteve na primeira divisão, o que também ocorrerá neste ano de 2011, restando ainda 29 rodadas no Brasileiro 2011, porque temos elenco, comissão técnica competente, infraestrutura, torcida aguerrida, suficientes para manter o CAP na elite do futebol nacional.

Eleito democraticamente Presidente para o triênio 2009/2011, pude constatar que a situação financeira da instituição era preocupante, apresentando balanço do ano de 2008 – devidamente auditado e aprovado pelos Conselhos Fiscal e Deliberativo - com um déficit de R$ 18 milhões, o que fez com que a Diretoria Administrativa, em conjunto com os executivos do CAP, tivesse de conciliar todos os projetos da gestão com essa situação emergencial, fato que, sem dúvida, inibiu alguns arrojos que gostaríamos de ter cometido já no início da gestão, mas que o bom senso e a responsabilidade cívica nos impediram.

Devo dizer que houve muito esforço para resgatar a imagem do ATLÉTICO junto aos torcedores, à imprensa nacional e ao mercado do futebol, diante do desgaste sofrido pela instituição nos últimos três anos anteriores à nossa gestão, sem títulos e sofrendo críticas de todas as partes quanto à política de reclusão então vigente, quando predominavam restrições à liberdade de expressão e de imprensa, tentação à qual o antigo dirigente e dono da verdade aderia de pronto se contrariado em seu desiderato.

A atual Diretoria conseguiu praticamente dobrar o número de associados, fechou contratos de patrocínios muito vantajosos ao CAP e sem as comissões até então costumeiras, negociou novas e melhores cotas de direitos de transmissão de jogos e, enfim, promoveu de forma democrática a retomada do crescimento do Clube, sem jamais vincular esse desempenho a qualquer dirigente especifico e, importante, sem qualquer objetivo político ou de continuísmo à frente do Clube, por entender como edificante a alternância no poder.

No campo financeiro, há unanimidade dos especialistas de que o Furacão é o clube mais saudável do Brasil, passando nos últimos dois anos de um cenário de déficit para superávit de R$ 10 milhões em 2009 e de R$ 6 milhões em 2010. Revertemos uma tendência e obtivemos superávit graças ao trabalho de todos, à maximização das receitas e racionalização das despesas, recebendo o status de “Melhor Clube do País” no ano de 2010 segundo levantamento financeiro e esportivo do Jornal Brasil Econômico, fruto da administração de controle e do aumento de receitas, o que trouxe saúde financeira à instituição, alicerçado pelo resultado esportivo da quinta colocação no Campeonato Brasileiro, melhor campanha nos últimos cinco anos.

A Copa do Mundo é outro assunto que vem sendo conduzido com extrema responsabilidade pela atual gestão. Numa ação inédita e elogiada por todos (pasmem, até pelo desertor/opositor, em Assembleia do Conselho Deliberativo realizada em 31 de maio último), chegamos a um consenso financeiro viabilizando a conclusão da Arena seguindo todas as especificações do Caderno de Encargos da FIFA, com a participação do Governo do Estado e da Prefeitura Municipal, tudo dentro do permitido pela legislação brasileira, sem onerar e desestruturar financeiramente o clube, coisa que não seria inteligente por mais ufanismo que uma Copa possa provocar nos torcedores brasileiros e nos atleticanos em especial.

Dentro de campo infelizmente estamos até o momento com um rendimento incompatível com o esperado para este Campeonato Brasileiro. Muito embora em todos os campeonatos brasileiros desde 2005 o Furacão tenha apresentado um resultado insuficiente nas primeiras rodadas, inclusive em 2010 quando terminamos como o 5º melhor clube do país, a situação inspira realmente maior preocupação e angústia, mas não podemos aderir à síndrome de avestruz e ignorar que o fomento de crises internas no clube só espraiam desencontros e equívocos dentro do campo, uma vez que o futebol, como de resto toda organização, é sistêmico e funciona entropicamente.

Por essas e outras é que não posso admitir que sujeitos de caráter duvidoso venham apresentar críticas destrutivas e infundadas ao trabalho do Conselho Administrativo do CAP. Por óbvio e formação democrática, ademais já demonstrada ao longo destes dois anos e meio de exercício de meu mandato, é evidente que aceito críticas, mas no sentido lato do termo e com força argumentativa, inédita, não construções marcadas por lugares comuns e vulgaridades própria da falta de construção do pensamento.

É estranho que, com o clube em ótima saúde financeira, com a questão Copa do Mundo bem encaminha junto ao Estado e à Prefeitura, inclusive com propostas de construtoras interessadas na reforma da Arena já apresentadas e que serão submetidas ainda neste mês à apreciação do Conselho Deliberativo, surjam promessas messiânicas vindas de um ex-presidente, tentando seduzir conselheiros e sócios com a mais barata das propostas, embora ao menos em uma oportunidade tenha essa mesma pessoa manifestado publicamente o seu interesse meramente patrimonial na realização da Copa 2014, conforme declaração que prestou ao jornal Gazeta do Povo, edição de 14 de fevereiro de 2010:
“Tenho minha origem empresarial. Nosso grupo pode fornecer grandes equipamentos para estádio. Por exemplo, nós temos uma das maiores fábricas de estrutura metálica do país, que fez até para o Atlético. Vou assessorar o PAC da Copa, um PAC da mobilidade muito forte. Temos fornecimento de sistemas de transporte ferroviário amplificado de pessoas. Partici¬¬pamos de metrô, então as cidades que terão de expandir esses sistemas, temos interesse de participar disso. Não estou assessorando clube nenhum, mas estamos sintonizados em função dos investimentos que a Copa trará para o Brasil nessas 12 cidades e seus reflexos. É nisso que estou voltado, para ver se sobram alternativas de negócios para o nosso grupo.”

Por isso, questiono: esse tipo de movimento tem realmente uma preocupação com o futebol? Parece-me muito mais própria de pessoas espertas em preços, mas que não têm a menor noção do que seja valor.

E mais, se na própria gestão do referido ex-dirigente (do qual me abstenho de citar o nome por absoluta evidência e para manter minha posição decente) o ATLÉTICO passou por dificuldades em campo, com iminentes riscos de rebaixamento, seria o momento no futebol um estopim para tamanha mobilização atualmente?

O que há por trás dessa iniciativa de tumultuar a atual gestão, inclusive aliando-se a tradicionais inimigos aos quais sempre acusou, uns, de criminosos e outros, de falacianos?

O tipo de homem aventureiro que sustenta uma retórica messiânica e, sobretudo, autoritária, é próprio do indivíduo sem qualidade que se aproxima do homem desesperado, que sequer consegue falar em nome próprio, responsabilizando "netos" como demandantes de uma tomada de posição, que faz conchavos e se acerca de aduladores conduzidos pelo fascínio que o paranóico exerce sobre algumas pessoas necessitadas de um líder, seja lá de que estirpe for.


Encerro me referindo, uma vez mais, ao que realmente importa: temos absoluta convicção de que as medidas já adotadas no Departamento de Futebol, além de outras que estamos tomando e avaliando diariamente, trarão efeitos benéficos ao nosso grupo de jogadores, a tempo de apresentarmos uma boa campanha ainda em 2011.

Com a nação atleticana assumo o compromisso: não vou desistir do ATLÉTICO, não irei abandonar o clube diante de um momento de dificuldade. Pelo contrário, o desafio atual me estimula, juntamente com meus companheiros de Diretoria, a querer trabalhar ainda mais. Temos 29 rodadas no Campeonato Brasileiro, 87 pontos em disputa. Não é da tradição do ATLÉTICO desistir antecipadamente e a história de raça, vontade, superação estimula a todos dentro do clube a lutar, dentro e fora das quatro linhas.

Tenham todos a certeza de que o CAP não está à deriva. Tem um Presidente que está atento a todas as vicissitudes e que tem o controle da situação, exercendo seu mandato com autoridade, sem precisar de autoritarismo.
Precisamos, isto sim, da união dos atleticanos do bem!
Saudações Atleticanas,

Marcos A. Malucelli
Presidente do Conselho Administrativo

Grêmio Metropolitano
e Iguaçu jogarão de novo

Da Equipe FutebolPR

Na próxima quarta-feira, Iguaçu e Grêmio Metropolitano terão de entrar em campo para atuar, talvez, pouco mais 20 minutos. A FPF determinou que as equipes voltem a campo para completar a partida que quinta-feira foi interrompida aos 26 do 2.º tempo. Motivo: a neblina tornou impraticável o jogo no estádio Antiocho Pereira.

O duelo estava 2 x 1 para o Grêmio Metropolitano, que antes de voltar a enfrentar o Iguaçu, em União da Vitória, vai folgar neste final de semana e ganhar 3 pontos de graça. O clube deveria enfrentar o São José, que desistiu do campeonato. Já o Iguaçu vai a Toledo encarar o time local.

A 7.ª rodada da Divisão de Acesso acontece neste domingo, com mais três jogos, e a briga pela liderança está cada vez mais acirrada entre Londrina, Toledo e Foz. Confira os jogos, que por causa do jogo de Brasil x Paraguai, pela Copa América, acontecem às 10h e às 18h30:

17/julho/2011
Divisão de Acesso
2.º turno
7.ª rodada
LONDRINA X FC CASCAVEL
Local:
Café, em Londrina; Horário: 10h; Árbitro: Alessandro Belentani; Assistentes: Alessandro Michel de O. Domiciano e Reinaldo Almeida Martins

SERRANO X SPORT CAMPO MOURÃO
Local:
Newton Agibert, em Prudentópolis; Horário: 10h; Árbitro: Renato Karas; Assistentes: Fernanda Braz Borghezan e Giovani Marcos Matielo

FOZ DO IGUAÇU X NACIONAL
Local:
ABC, em Foz do Iguaçu; Horário: 18h30; Árbitro: Eduardo Elias Melek; Assistentes: Marcelo Pavan e Sidney Pedro da Silva

TOLEDO X IGUAÇU
Local:
14 de Dezembro, em Toledo; Horário: 18h30; Árbitro: Anderson Iraci Guimarães; Assistentes: Flávio Húpalo e Cristiano Teixeira Lombardi

Paraná faz 1.º jogo sob
pressão na Segundona


X
Da Equipe FutebolPR

Pela primeira vez na Série B 2011 o Paraná Clube entra pressionado em campo. Para se manter no G4, precisa vencer o Vila Nova, nesta sexta-feira, na Vila Capanema. O Tricolor soma 17 pontos e, após a abertura da 11.ª rodada, que começou na terça-feira, caiu para o 5.º lugar. O Náutico o substituiu temporariamente no G4.

Para voltar ao grupo de acesso, o Paraná só precisa vencer o Vila Nova, independentemente dos outros resultados. No entanto, caso empate ou seja derrota, pode despencar na classificação. Isso por que há um bloco de clubes em seu encalço, que é a turma dos 17. São Vitória, Sport, ABC e Criciúma.

Para o jogo desta sexta, o Tricolor terá desfalques, sobretudo na defesa. Para compensar as mudanças no time, o técnico Roberto Fonseca e os jogadores apostam em casa cheia para empurrá-los. O Paraná tenta emplacar a 7.ª rodada seguida no G4. Entre os 20 participantes, só perde para a Ponte Preta, que está há oito.

15/julho/2011
Série B
1.º turno
11.ª rodada
PARANÁ CLUBE X VILA NOVA
Local:
Vila Capanema, em Curitiba; Horário: 21h; Árbitro: Francisco Assis Almeida Filho (CE); Assistentes: Thiago Gomes Brigido (CE) e Arnaldo Rodrigues de Souza (CE)
Paraná: Zé Carlos; Júlio César, Luciano Castan, Brinner e Lima; Éverton Garroni, Serginho, Luiz Camargo e Welington; Jefferson Maranhão e Giancarlo
Técnico: Roberto Fonseca
Vila Nova: Michel Alves; Luizinho, Éder Lima, Augusto e Jorge Henrique; Jairo, Adilson, Ricardinho e Luiz Fernando; Roni e Leandro Cearense
Técnico: Hélio dos Anjos

Foz e Toledo não
descolam do LEC

Da Equipe FutebolPR

Foz e Toledo não estão dispostos a deixar o Londrina ganhar, pelo menos com facilidade, o returno da Divisão de Acesso. Nesta quinta-feira, pela 6.ª rodada, as duas equipes venceram e se mantiveram empatados em número de pontos com o Tubarão, que também superou seu adversário: o Nacional. Os três, coincidentemente, ganharam por 2 x 1.

O jogo do Londrina teve 4 expulsões, mas o duelo mais curioso foi Iguaçu 1 x 2 Grêmio Metropolitano. A partida foi encerrada aos 19 do 2.º tempo, por que a neblina “interditou” o estádio Antiocho Pereira. Como a partida teve 2/3 de seu tempo decorrido, a FPF deve homologar a vitória do time de Maringá.

Nesta rodada, quem não atuou foi o Serrano. O time de Prudentópolis enfrentaria o São José, que desistiu, por isso somou 3 pontos sem precisar entrar em campo.

14/julho/2011
Divisão de Acesso
2.º turno
6.ª rodada

SPORT CAMPO MOURÃO 0 X 1 FOZ DO IGUAÇU
Local:
Olímpico Regional, em Cascavel; Árbitro: Marcos Celso Jardim; Assistentes: Dirceu Eloi Comin e Claudemir Aparecido Leibante; Gol: Fabiano, 17 do 1.º; Renda: R$ 145; Público: 22
Foz: Cleberson; Alison, João Renato, Téssio e Fabiano; Bahia, Davi (Fernandinho), Rafael Kanela e Edinaldo Dourado (Danielzinho); Carreta e Pequi (Brito)
Técnico: Pedro Caçapa
Sport Campo Mourão: Edivaldo; Edvan, Felipe (Everton), Marcão e Caio oliveira; Luan, Juvenal, Pereira e Rogério (Silas); Murilo (Maicon) e Roni
Técnico: Vantuir de Moura

NACIONAL 0 X 1 LONDRINA
Local:
Erick Georg, em Rolândia; Árbitro: Amauri Carvalho Pahins; Assistentes: Willian Bigaski Stolle e Agustinho Araújo; Gol: Arthur, 1 do 2.º; Renda: R$ 10.760; Público: 828; Cartões amarelos: Everton, Serginho, Warlley, Élson, Maicon, Rogério, e Danilo; Expulsão: Douglas, Silvio, Ricardinho e Kanu
Nacional: Serginho; Éverton, Spyce (William) e Rocha; Warley (Clênio), Marcelo, Douglas, Joélson Pezão e Renan (Marcelinho); Negretti e Roberto Pitio
Técnico: Gilberto Papagaio
Londrina: Danilo; Maicon, Rogério, Élson e Carlópolis; Silvio, Bruno, Ricardinho e Silvinho (Everton); Warlley (Fernando) e Arthur (Kanu)
Técnico: Cláudio Tencatti

FC CASCAVEL 0 X 1 TOLEDO
Local:
Olímpico Regional, em Cascavel; Árbitro: Robson Toloczko Coutinho; Assistentes: Carlos Braatz e Everton Luis Caldas; Gol: Everton, 22 do 1.º; Renda: R$ 1.440; Público: 156; Cartões amarelos: Irineu, Gustavo, Lucas, Rafinha,Fernando e Jocivalter
FC Cascavel: Spada; Adams (Vagner Carioca), Douglas, Fernando e Esquerda (Serginho); Grafite, Wellington (Kaká), Doriva e Alex; Jocivalter e André Gadelha
Técnico: Rodrigo Pastana
Toledo: Oliveira; Eduardo, Everton, Gustavo e Juninho; Rafael Mineiro (Lucas), Eurico, Nelsinho e Safira (Rafinha); Irineu e Erick (Negreiros)
Técnico: Rogério Perrô
IGUAÇU 1 X 2 GRÊMIO METROPOLITANO*
Local:
Antiocho Pereira, em União da Vitória; Árbitro: Carlos Henrique Basso; Assistentes: Leandro Luiz Zeni e Clodoaldo Joarez Meier; Gols: Carlos Lima, 8; André Nunes, 21, e Souza, 47 do 1.º
Iguaçu: Leandro; Caio, Carlão (Jean), Ricardo e Oliveira; Javier (Dudu Soares), Viola, Beto e Dudu; André Nunes e Alan
Técnico: Alemão
Grêmio Metropolitano: Rudy; Vinícius, Neilor, Flávio Luiz e Alisson; Rocha, Catlos Lima (Xipote), Marcelo Moscatelli e Gilvan; Souza e Thiago Henrique
Técnico: Rodrigo Casca

*Jogo não encerrado

Classificação do returno* e Geral

*São José desistiu e adversários que ele enfrentaria são beneficiados pelo W.0 (1 x 0)


Paraná pode ficar só
com um árbitro Fifa



Da Equipe FutebolPR

O site do ex-árbitro Valdir Bicudo informou nesta quinta-feira que o árbitro Fifa Evandro Rogério Roman, atualmente secretário estadual de esportes, reprovou em teste realizado pela CBF. Roman, que já não vem apitando no Campeonato Brasileiro, terá uma última chance em setembro. Caso não passe no exame físico perderá o escudo Fifa, segundo revela Bicudo. Se isso acontecer, o futebol paranaense ficará apenas com um árbitro Fifa em seus quadros. No caso, Heber Roberto Lopes, que compete para atuar na Copa 2014.

TOP, TOP, TOP

Nello Morlotti

O governo do Paraná decidiu copiar a política de desporto que privilegia o marketing e não a massificação do esporte. Foi aplicada nos tempos de Jaime Lerner, com os onerosos centros de excelência, que não formaram nenhum atleta de ponta genuinamente paranaense, e agora vem revestida com outro nome: Talento Olímpico do Paraná (TOP). O chamariz é o maratonista e medalhista olímpico Vanderlei Cordeiro de Lima, como no passado foram Bernardinho e Hortência.

Enquanto isso, o esporte na escola segue renegado. Era lá que as políticas de desporto deveriam agir. Primeiro é preciso massificar, para depois pensar em esporte de alto rendimento. Mal comparando, é como se um clube de futebol abdicasse de suas categorias de base para apenas apostar em jogadores prontos, donos de seus direitos econômicos, que não darão retorno na frente.

No caso do TOP, o que foi divulgado é que 250 atletas passam a ser bolsistas com direito a ajuda de custo de R$ 500 por mês. A partir de janeiro, o valor pode ser revisto, assim como o número de atletas contemplados. Será que esse dinheiro não seria melhor aplicado para contratar mais professores de educação física ou para qualificar as escolas com aparelhos esportivos, como canchas cobertas e bolas, por exemplo?

Se o governo quer mesmo estimular o esporte de alto rendimento, em vez de dispor de recursos públicos que deveriam ser direcionados para as escolas, tinha é que incentivar a iniciativa privada a fazê-lo. Neste caso, caberiam benesses fiscais. Aliás, o padrinho do projeto, Vanderlei Cordeiro de Lima, é um exemplo disso. Como atleta, sempre teve a iniciativa privada a bancá-lo.

Volto a repetir, política pública de desporto se faz nas escolas, com a massificação e a oferta de boas condições para estudantes e professores. O resto é marketing.

Guerrón e Renato Gaúcho.
Será que vai dar “liga”?

Por Filipe Papini

Em 2008, Renato Gaúcho conseguiu levar o Fluminense até o ponto mais alto da Libertadores. Entretanto, na final, sucumbiu diante do forte time da LDU, comandado naquela época pelo atacante Joffre Guerrón. Os equatorianos saíram em vantagem na primeira partida, quando venceram por 4 x 2, mas perderam por 3 x 1 no Maracanã e a decisão foi para os pênaltis, quando "La Liga" calou o Maracanã. Por obra do destino, agora, os dois trabalharão juntos no Atlético Paranaense.

Você acha que pode ter problemas com o Renato Gaúcho, por causa da rivalidade que se criou entre LDU e Fluminense no passado?
Naquela época, trabalhávamos em times opostos. Eu queria fazer história pela LDU e ele pelo Fluminense. São coisas do futebol e apenas um dos dois poderia sair de lá com a vitória, apesar de serem grandes equipes e merecerem a conquista. Agora, vamos trabalhar juntos e não teremos problemas quanto a isso. Renato é uma pessoa vencedora e competente.

É verdade que o Renato Gaúcho, quando jogador, inspirou você?
Já tive a curiosidade de procurar alguns vídeos dele quando era jogador. Tinha um perfil de artilheiro, com força física, velocidade e muito faro de gol.

Acredita que ele vai ajudar o Atlético a sair da ZR?
Tenho certeza que ele tem capacidade para sair dessa situação difícil. Precisamos sair dessa situação o mais rápido possível e todos estão se esforçando para que isso aconteça e teremos um reforço de peso para que isso aconteça.

Em confrontos entre vocês foram três vitórias do Renato, duas de Guerrón e dois empates.
Cada um tem sua vantagem, né? Enquanto ele venceu mais, eu ganhei a Libertadores (risos). Mas ele também já venceu o torneio como jogador e ainda levou o Mundial. Aquele confronto é passado. Agora, juntos, tenho certeza que vamos colocar o Atlético nos trilhos. É hora trabalhar bastante para vencer a primeira e conseguir uma boa sequência de resultados favoráveis.

Abaixo, os confrontos entre Guerrón e Renato Gaúcho
LDU 0x0 Fluminense - Fase de Grupos da Libertadores 2008
Fluminense 1x0 LDU - Fase de Grupos da Libertadores 2008
LDU 4x2 Fluminense - Primeiro jogo da Final da Libertadores 2008 (Guerrón fez o segundo gol da LDU, aos 28 minutos de jogo)
Fluminense 3x1 LDU - Finalíssima da Libertadores 2008 (LDU venceu nos pênaltis)
Atlético-PR 1x1 Grêmio - Brasileirão 2010
Grêmio 3x1 Atlético-PR - Brasileirão 2010
Atlético-PR 0x1 Grêmio - Brasileirão 2011

“Pai da criança”, Vadão
comemora fase de Jadson

Da Equipe FutebolPR

Conhecido como descobridor de talentos, Oswaldo Alvarez comemora a bela atuação, coroada com um gol, do meio-campo Jadson, no empate de 2 x 2 entre Brasil e Paraguai, na Copa América. O treinador descobriu o jovem talento ainda quando Jadson defendia o Atlético Paranaense, em 2003.

Para Vadão, a chegada de Jadson à Seleção Brasileira era uma questão de tempo. “Nós demos um empurrãozinho na carreira dele. Na época ele precisava apenas que alguém desse uma segunda chance, e isso foi feito. Um ano depois foi um dos principais destaques do Atlético e logo se transferiu para a Europa. Fico feliz hoje, pelo fato do Mano (Menezes) ter dado essa oportunidade e ele ter tido uma boa atuação e feito um golaço”, finaliza.

Aquino usa gol para
fazer merchandising



Da Equipe FutebolPR

Na semana passada, no jogo entre Coritiba e Figueirense, no Couto Pereira, o jogador Anderson Aquino comemorou seu gol fazendo a pose do CAPTAIN MORGAN®. O atacante marcou o terceiro gol, na vitória por 3 x 0 e a pose já é mania nos Estados Unidos, onde os atletas de futebol americano levantam a perna para imitar o personagem de CAPTAIN MORGAN®.

Recém-lançado no Brasil, CAPTAIN MORGAN®, consagrado no mercado norte-americano, já pode ser encontrado nas melhores baladas e também em dezenas de lojas de conveniência espalhadas por Curitiba. A cidade foi escolhida como mercado teste e, portanto, a única do Brasil a oferecer as garrafas da bebida.

Fred é o verdadeiro
“craque” da Seleção

Por Oswaldo Botrel

O jogo entre Brasil e Paraguai, pela segunda rodada do grupo B da Copa América, caminhava para um triste fim para os brasileiros. Os guaranis venciam por 2 x 1 e o sonho do tri na competição parecia ir por água abaixo, quando, aos 44 minutos do segundo tempo, brilhou novamente a estrela de quem está acostumado a salvar. Fred, que havia entrado há sete minutos marcou o segundo, garantindo o empate e a sobrevida da seleção no torneio.

O atacante foi responsável por dois dos três últimos gols da equipe e, no geral, já são 6 gols em 14 jogos. Dentre os atacantes convocados para a Copa América, é o que tem melhor média de gols com a camisa canarinho: 0,42 por jogo. Desde seu retorno ao time, no amistoso contra a Holanda, foram apenas 139 minutos em campo, o suficiente para o atacante marcar duas vezes - um gol a cada 69,5 minutos.

Feliz pelo tento anotado, o "Predestinado", como era chamado no começo da carreira, ressalta a importância de se aproveitar as chances que surgirem: "Atacante precisa trabalhar pensando que só terá uma chance por jogo. Se tiver mais, ótimo, mas as bolas que chegarem em condições para finalizar, tem que colocar para dentro. Ainda mais em uma competição em que as chances são muito raras, pela marcação forte que as seleções têm imprimido. A baixa média de gols é prova disso. Desde que estreei na seleção, graças a Deus, tenho conseguido marcar, mesmo quando entro no decorrer das partidas. Isso me passa uma confiança muito grande para continuar o meu trabalho aqui", disse o camisa 19.

Acostumado com decisões, Fred comparou o gol com um dos mais importantes da carreira, anotado na Copa de 2006, na vitória sobre os australianos, por 2 x 0: "Foi marcante como aquele contra a Austrália. Naquela ocasião, estávamos sofrendo pressão do time deles e tive a felicidade de aproveitar o rebote e colocar na rede, no pouco tempo que estive em campo. Aquela vitória ainda nos deu a classificação. Esse gol contra o Paraguai nos manteve vivos na competição, mas espero que tenha sido apenas o primeiro de muitos nessa Copa América. O Brasil, quando entra em campo, é sempre um dos favoritos a conquistar as competições que disputa. Estou aqui para contribuir com a Seleção e para buscar esse tri, o que seria uma conquista histórica na competição, pelo alto nível dos jogadores e das seleções que a disputam. A tendência da equipe, com mais alguns dias de treinamentos, é evoluir e chegar bem para o confronto contra o Equador", comentou.

Fred estreou na seleção no amistoso de despedida do ex-atacante Romário, em 2005, contra a Guatemala. Marcou os seus primeiros gols com a camisa amarela na partida seguinte, contra os Emirados Árabes. E foram logo dois.

Média de gols dos atacantes da Seleção:
Fred: 6 gols em 14 jogos - 0,42 gol/jogo
Neymar: 3 gols em 7 jogos - 0,42 gol/jogo
Robinho: 27 gols em 85 jogos - 0,31 gol/jogo
Pato: 4 gols em 14 jogos - 0,28 gol/jogo

Rodada dupla e bicho
para incentivar o NAC

Da Equipe FutebolPR

Nesta quinta-feira, a Divisão de Acesso terá rodada dupla e todos de olho no jogo Nacional x Londrina. Especula-se que o time de Rolândia possa receber incentivo em forma de bicho para pelo menos empatar com o líder da competição. Caso o Tubarão tropece, Toledo e Foz podem ultrapassar a equipe e dar esperança a outros times que torcem para que haja semifinal.

Se o Londrina conquistar o returno, a Divisão de Acesso acaba e os classificados para a elite estadual de 2012 serão o Tubarão e o 2.º melhor por índice técnico, atualmente o Toledo. O interesse maior para que haja semifinal é de Foz, Grêmio Metropolitano e do próprio Nacional.

Além da disputa, o 6.º giro da Divisão de Acesso terá rodada dupla no estádio Olímpico Regional, de Cascavel. Nesta quita-feira à tarde, às 15h30, o Sport Campo Mourão, que está impedido de atuar em seu estádio, recebe o Foz. Às 20h15 é a vez do FC Cascavel fazer a edição moderna do clássico da Soja contra o Toledo, no mesmo estádio. Confira a rodada:

14/julho/2011
Divisão de Acesso
1.ª fase
2.º turno
6.ª rodada
SC CAMPO MOURÃO X FOZ DO IGUAÇU
Local:
Olímpico Regional, em Cascavel; Horário: 15h30

FC CASCAVEL X TOLEDO
Local:
Olímpico Regional, em Cascavel; Horário: 20h15

IGUAÇU X GRÊMIO METROPOLITANO
Local:
Antiocho Pereira, em União da Vitória; Horário: 20h15

NACIONAL X LONDRINA
Local:
Erick Georg, em Rolândia; Horário: 20h15

Classificação do returno* e Geral




*São José desistiu e adversários que ele enfrentaria são beneficiados pelo W.0 (1 x 0)

No ritmo atual, Coxa será
só Copa Sul-americana


2 X 0
Da Equipe FutebolPR

Após a derrota por 2 x 0 para o Grêmio, o Coritiba caiu para a 14.ª colocação e segue a sina de não conseguir somar pontos fora de casa. Neste ritmo, e diante do desempenho como mandante, o máximo que o Coxa vai conseguir é lutar por vaga na Copa Sul-americana. Atualmente, na posição em que se encontra, o time está na zona morta do campeonato.

Segundo o site Chance de Gol, o Coritiba tem atualmente 72,8% de possibilidades de estar no Copa Sul-americana e 23% de galgar a uma posição que o coloque na Libertadores. O que anima é que a estatística sobre rebaixamento é ínfima: 0,7%. A leitura que se faz dos números é que o Coxa só precisa começar a somar pontos fora de casa.

Mantendo o desempenho de 66,6% em casa, o Coritiba precisa pelo menos render 33% como visitante, ou seja, de cada 12 pontos disputados ganhar 4. Até agora, de 12 que colocou em jogo ganhou zero. Na sequência, o Coxa terá Fluminense, Bahia, São Paulo e América-MG. Baianos e mineiros serão fora de casa. A chance de dar um salto na classificação é agora.

10/julho/2011
Série A
1.º turno
9.ª rodada
GRÊMIO 2 X 0 CORITIBA
Local:
Olímpico, em Porto Alegre; Árbitro: Sandro Meira Ricci(Fifa-DF); Assistentes: Marrubson Melo Freitas(DF) e Cesar Augusto de Oliveira Vaz(DF); Gols: Gilberto Silva, 17, e André Lima, 25 do 2.º; Renda: R$252.117; Público: 13.706; Cartões amarelos: Édson Bastos, Pereira, Emerson, Jonas, Marcos Paulo e Rafael Marques
Coritiba: Edson Bastos; Jonas, Emerson, Pereira e Eltinho; Marcos Paulo, Léo Gago, Tcheco (Bill) e Everton Costa (Anderson Aquino); Marcos Aurélio (Everton Ribeiro) e Leonardo
Técnico: Marcelo Oliveira
Grêmio: Marcelo Grohe; Gabriel, Mário Fernandes, Rafael Marques e Neuton (Bruno Collaço); Gilberto Silva, Fábio Rochemback, Douglas e Escudero (Willian Magrão); Leandro e André Lima
Técnico: Julinho Camargo

Classificação da Série A

Carregando tabela de Central Brasileirão...
Tabela gerada por Central Brasileirão

Londrina, Toledo e Foz
emparelham a disputa

Da Equipe FutebolPR

O returno da Divisão de Acesso tem três líderes, apesar de o Londrina estar na frente pelos critérios de desempate. Toledo e Foz, que também somam 13 pontos, fecham o triângulo que polariza a disputa pelo título desta fase.

Faltam quatro rodadas para terminar o returno e a disputa promete ser intensa. Sobretudo no caso do Foz, que precisa vencer o returno para evitar que o Tubarão consiga classificação direta para a elite do futebol paranaense e puxe o Toledo, que é o 2.º melhor time em soma geral de pontos.

Também dever ser acirrada a luta contra o rebaixamento. Com a desistência do São José, somente mais um clube ira cair para a Terceirona. FC Cascavel, Sport Campo Mourão e Iguaçu polarizam essa disputa.

10/julho/2011
Divisão de Acesso
2.º turno
5.ª rodada

IGUAÇU 1 X 1 FC CASCAVEL
Local:
Antiocho Pereira, em União da Vitória; Árbitro: Osvaldo Massafera Jr.; Assistentes: Antônio Marcos Camargo de Andrade e Valmir dos Santos; Gols: Gadelha, 33, e Ricardo, 43 do 2.º; Cartões amarelos: William, Douglas, Eliel, Giba e Leandro
Iguaçu: Leandro; Leandrinho, Carlão, Ricardo e Zé Carlos; Viola (Jean), Baianinho (Elber), Dudu e Javier; André Nunes e Eliel (Alan)
Técnico: Alemão
FC Cascavel: Spada; Adams (Grafite), Douglas, Fernando e Esquerda; Kaká, Wellington, Alex e Jocivalter; William (Adriano) e Serginho
Técnico: Rodrigo Pastana

GRÊMIO METROPOLITANO 4 X 1 SERRANO
Local:
Willie Davids, em Maringá; Árbitro: Eli Marini; Assistentes: Dejair Ferreira Guimarães e Leandro Cheira; Gols: Alisson, 9, e Gilvan, 28 do 1.º; Rocha, 44 e 50, e Rodrigo, 52 do 2.º; Renda: R$ 3.710; Público: 500; Cartões amarelos: Flávio Luiz, Carlos Lima, Souza, Tiago Henrique, Chipote, Pepo, Robinho e Thiago Santos; Expulsão: Márcio, Tiago, Carlão e Edson Paulista
Grêmio Metropolitano: Tiago; Vinícius, Márcio, Flávio Luiz e Alisson; Rocha, Carlos Lima (Rodrigo), Marcelo Moscateli (Serginho Catarinense) e Gilvan (Chipote); Tiago Henrique e Souza
Técnico: Rodrigo Casca
Serrano: Adeílson; Igor Pontes (Serginho), Jonatha, Carlão e Wallace (Rodrigo); Pierre, Thiago Santos, Pepo (Smile) e Rocha; Hamilton e Robinho
Técnico: Edison Paulista

TOLEDO 1 x 0 NACIONAL
Local:
14 de Dezembro, em Toledo; Árbitro: Rafael Pedro Feza; Assistentes: Sidney Pedro da Silva e Sandro Alberto Sepp; Gol: Everton, 9 do 2.º; Renda: R$ 13.035; Público: 1.142; Cartão amarelo: Roberto Pitibull, Rogerinho, Gustavo, Eduardo e Mineiro
Toledo: Oliveira; Eduardo (Paulo Henrique), Everton, Gustavo e Juninho; Nelsinho, Eurico, Irineu e Safira; Negreiros (Erick) e Lucas (Mineiro)
Técnico: Rogério Perrô
Nacional: Serginho; Pelezinho (Marcelinho), Everton, Spyce e Renan; Rocha, Douglas, Rogerinho (Clênio) e Pezão; Negretti e Roberto Ptibull
Técnico: Gilberto Papagaio

LONDRINA 1 X 0 SPORT CAMPO MOURÃO
Local:
Café, em Londrina; Árbitro: Cristiano Antônio Teixeira; Assistentes: Marco Aurélio do Amaral e Elson Silva dos Santos; Gol: Arthur, 24 do 1.º; Renda: R$ 37.120; Público: 3.476; Cartões amarelos: Edvan, Edvaldo, Galego, Wendel, Rogério e Paraíba
Londrina: Danilo; Ayrton (Cleyton), Élson, Rogério e Wendel (Mauro); Sílvio, Bruno, Carlópolis e Ricardinho; Arthur (Paraíba) e Warlley
Técnico: Cláudio Tencatti
Sport Campo Mourão: Edvaldo; Edvan, Felipe, Marcão e Galego; Luan, Juvenal (Neto), Edmar e Rogério (Maicon); Dudu e Murillo
Técnico: Vantuir de Moura

Goleador da Acesso pode
superar a turma da elite

Da Equipe FutebolPR

O atacante Warlley, do Londrina, é o artilheiro da Divisão de Acesso, com 8 gols, junto com Gilvan, do Grêmio Metropolitano. No ritmo em que estão, podem superar os goleadores do Campeonato Paranaense, Davi, Bill e Giancarlo, que marcaram oficialmente 12 gols. Giancarlo chegou a 14, se contabilizados os gols na decisão do interior, mas a FPF ignora esses dois gols a mais.

Como faltam pelo menos 4 rodadas para o fim da Divisão de Acesso – isso se o Londrina vencer o returno -, Warlley e Gilvan têm tempo para marcar os gols que precisam para superar a turma da elite. Se o torneio da segundona for para as semifinais, o artilheiro londrinense terá ainda mais jogos para tentar balançar mais as redes do que Davi, Bill e Giancarlo.

Confira o balanço da Divisão de Acesso, agora com asteriscos depois da desistência do São José:

Jogos: 61*
Gols marcados: 180
Média de gols: 2,95
Empates: 17
Vitórias de times locais: 24
Vitória de times visitantes: 20
Total arrecadado: R$ 549.662,00
Média de arrecadação: R$ 9.010,85
Total de público: 57.600
Média de público: 944

*São José x Foz não foi disputado
*Toledo x São José não foi disputado
*Sport Campo Mourão x São José não foi disputado
*São José X Nacional não foi disputado


Média de público dos clubes (mandantes)
4.706... Londrina (6 jogo)
1.065... Grêmio Metropolitano (6)
849... Toledo (5*)
678... Foz (5)
625... Serrano (6)
507... Nacional (7)
412... Iguaçu (6)
280... Sport Campo Mourão (6*)
239... FC Cascavel (7)
37... São José (5*)

*São José x Foz não foi disputado
*Toledo x São José não foi disputado
*Sport Campo Mourão x São José não foi disputado
*São José x Nacional não foi disputado


Time que mais vezes liderou: Londrina, 11 rodadas
Time que mais vezes ficou na ZR: São José*, 10 rodadas
Melhor ataque: Londrina, com 37 gols
Pior ataque: São José*, 7 gols
Melhor defesa: Londrina e Toledo, 9 gols
Pior defesa: São José*, 29 gols sofridos
Maior goleada: Londrina 8 x 1 São José
Placar mais repetido: 2 x 1 (10 vezes)
Time que mais venceu: Londrina, 9 vezes
Time que mais perdeu: FC Cascavel e São José*, 8 vezes
Time que mais empatou: Grêmio Metropolitano, 6 vezes
Time com maior série invicta: Londrina, 11 jogos

*O São José foi eliminado da competição.

Artilheiros
8 gols

Warlley (LEC)
Gilvan (Grêmio)

6 gols
Piki (Foz)

5 gols
Souza (Grêmio)
André Nunes (Iguaçu)
Arthur (LEC)
Rodolfo (Ser)
Erick (Tol)

4 gols
Dudu e Elton (Iguaçu)
Ayrton, Ricardinho e Bruno (LEC)
Anderson Fumaça e Robinho (Ser)

3 Gols
Danielzinho (Foz)
Thiago Henrique (Grêmio)
Ueverton (LEC)
Negretti (Nac)
Pilu (SJose)
Edmar (Sport)
Juninho (Tol)

2 Gols
Carreta e Paulista (Foz)
Douglas Caê, Marcelo Soares e Tiaguinho (Grêmio)
Kanu, Carlópolis e Wendel (LEC)
Roberto e Ciro (Nac)
Tiago e Jorginho (Ser)
Rogério, Roni, Everton e Murilo (Sport)
Irineu e Gustavo (Tol)
1 Gol
André, Jean Carlo, Vágner, Serginho e Tiago Soler (FCCasc)
Marcelo Moscatelli, Rodrigo, Alex e Serginho Catarinense (Grêmio)
Leandrinho, Viola e Beto Bombeiro (Iguaçu)
Serginho (FCCasc)
Davi, Índio e Almir Dias (Foz)
Cleiton, Elson e Rogério (LEC)
Thales, Rogerinho, Everton, Renan e Pezão (NAC)
Igor, Thiago Santos, Thiago Bocão, Nathan e Hamilton (Ser)
Felipe, Douglas, Fabiano e Carlos (SJose)
Juvenal, Galego, Luiz Henrique e Marcão (Sport)
Eduardo, Safira, Bronzatti, Everton e Rafael Mineiro (Tol)

Gol contra
1 Gol

Carlos Lima (do Grêmio para o Iguaçu)
Danilo (do Foz para o Toledo)
Luan (do Sport para o FC Cascavel)
Alisson (do Grêmio para o FC Cascavel)

Expulsões: 28
Time com mais jogadores expulsos: FC Cascavel e Iguaçu, com cinco
Árbitro que mais apitou
4 jogos
Anderson Iraci Guimarães
3 jogos
Nelson de Souza Jr., Cristian Eduardo Gorski da Luz, Alessandro Belentani, Anísio Monteschio Jr, Almir Rogério Ruiz Garcia, Eduardo Elias Melek, Rafael Pedro Feza, Paulo do Amaral, Cléber de Jesus Ausec Ludwig, Dinaldo Pinto da Silveira, Eli Marini, Amauri Carvalho Pahins e Antônio Marques dos Santos
2 jogos
Osvaldo Massafera, Renato Karas, Marcos Vinícius Soares Martins, Cristiano Antônio Teixeira, Carlos Henrique Basso e Marcos Celso Jardim
1 jogo
Selmo Pedro dos Anjos Neto, Robson Toloczko Coutinho, Rafael Traci, Luiz Alberto Alves de Abreu, Antônio Valdir dos Santos e Marcos Daniel de Camargo