O Operário vem de três derrotas, os jogadores e a comissão técnica foram cobrados pela torcida e o time precisa reagir, sob risco de terminar a rodada na ZR do estadual. Além disso, o time de Ponta Grossa joga em casa, com apoio mínimo de 7 mil torcedores. É esse o cenário que o Coritiba vai enfrentar nesta quarta-feira, às 21h45, no Germano Kruger.
É, sem dúvida, o jogo mais difícil do Coxa nesta 1.ª fase do estadual. Com gordura suficiente para tropeçar, o time do técnico Ney Franco até poderia se dar ao luxo de perder e seguir líder. Mas quem disse que o Coritiba quer deixar de ser 100%? A meta é romper o recorde de 2003, quando o clube acumulou 7 vitórias seguidas. Por isso, o time vai jogar no erro do adversário.
Ney Franco, que pela primeira vez não poderá contar com seu principal jogador - Rafinha cumpre suspensão –, vai levar a campo um 3-6-1, esperando que o Operário saia para o jogo. Marcos Aurélio atuará no ataque e Enrico e Ramon devem se revezar para auxiliá-lo. O Coxa também terá o desfalque de Ariel.
No Operário, o técnico Norberto Lemos pode até estar ameaçado no cargo se o time emplacar a 4.ª derrota. O treinador terá o desfalque do lateral Marquinhos, que foi expulso contra o Iraty. A tendência é que o time entre em campo com uma escalação cautelosa. Afinal, empatar contra o líder não pode ser considerado um resultado ruim.
O confronto não ocorre oficialmente há 17 anos. No mais recente, em 1993, o Coritiba goleou por 5 x 1. No retrospecto, um certo equilíbrio em jogos no GK: 14 vitórias do Coxa, 5 empates e 8 vitórias do Operário.
3/2/2010 Operário x Coritiba Local: Germano Kruger, em Ponta Grossa; Horário: 21h45; Árbitro: Heber Roberto Lopes; Assistentes: Ivan Carlos Bohn e Guilherme Roggenbaum Operário: Danilo; Gílson, Flamarion e João Renato; Cassiano, Silvão, Ceará, Lisa e Digão; Douglas e Baiano Técnico: Norberto Lemos Coritiba: Edson Bastos; Pereira, Jeci e Lucas Mendes; Fabinho, Willian, Marcos Paulo, Leandro Donizete, Enrico, Ramon e Renatinho; Marcos Aurélio Técnico: Ney Franco
Preparando-se para seu jogo mais difícil até aqui, o Cianorte decidiu fazer segredo até na internet. Até esta terça-feira, o clube deixou de alimentar propositalmente seu site, para não revelar dados dos treinos comandados pelo técnico Luis Carlos Winck e nem a escalação da equipe. O clube adota o segredo como sua principal arma contra o Atlético, nesta quarta-feira, às 19h30, na Arena da Baixada.
O Leão do Vale tem uma meta clara no jogo: conseguir se manter no G8. Para isso, um empate é bem-vindo. Apesar do mistério, a tendência é que a equipe repita boa parte da escalação que empatou por 1 x 1 contra o Paraná Clube, domingo. É possível que a equipe atue no 3-6-1, com Tico Mineiro isolado na frente.
Já o Atlético faz de sua escalação um livro aberto. O técnico Antônio Lopes repete o time que venceu o Corinthians Paranaense. A novidade é que desta vez o Rubro-negro vai jogara para gringo ver. Nos camarotes da Arena da baixada estará o argentino Javier Toledo, o novo reforço atleticano. Apresentado nesta terça, ele forma o quarteto estrangeiro do clube, ao lado dos colombianos Valencia, Serna e Vanegas.
O Furacão necessita vencer se ainda quiser almejar o 1.º lugar e o “supermando”. Com 8 pontos, se o clube tropeçar e o rival Coritiba ganhar do Operário, praticamente fica selado quem será o 1.º colocado desta fase e quem vai com todas as vantagens para a 2.ª fase.
3/2/2010 Atlético x Cianorte Local: Arena da Baixada, em Curitiba; Horário: 19h30; Árbitro: Anderson Carlos Gonçalves; Assistentes: José Carlos Dias Passos e Sandra Maria Dawies Atlético: Neto; Gerônimo, Manoel, Rhodolfo e Márcio Azevedo; Valencia, Alex Sandro, Alan Bahia e Netinho; Marcelo e Bruno Mineiro Técnico: Antônio Lopes Cianorte: Rai; Brinner, Márcio Nunes e Jean; Catatau, Rincon, Leandro, Flavinho, Vinícius e Claudinho; Tico Mineiro Técnico: Luiz Carlos Winck
Clube do interior com melhor campanha – 5.º lugar, com 7 pontos -, o ACP tenta sustentar a posição na noite desta quarta-feira, às 20h30, recebendo o Serrano. Se esta partida fosse há duas rodadas, daria para cravar que o Paranavaí é o favorito. Mas o time de Prudentópolis ensaia uma reação e planeja deixar a ZR o mais rápido possível.
Com cinco jogadores pendurados (Rogerinho, Mikimba, Rilber, Duda e Robenval), o técnico Itamar Bernardes não sinaliza que vá poupar a maioria dos amarelados. Sua única dúvida é o zagueiro William Pomarolla, que foi para a concentração com dores nas costas. A avaliação no ACP é que o momento de deslanchar no campeonato é agora, já que o clube fará uma sequência de dois jogos contra times que estão na ZR – depois do Serrano, o próximo adversário será o Toledo.
O técnico Ricardo Pinto alimenta a tese de que o Paranavaí é o favorito para o duelo e espera que no jogo o rival se lance ao ataque para vencer. Escondendo a escalação, o treinador levou 20 jogadores para o Noroeste do Estado. O certo é que Marcão e Robinho, que vinham sendo titulares com o treinador anterior, Carlos Nunes, sequer viajaram com a delegação.
Apesar do mistério, pelo desempenho do time contra o Cascavel, a tendência é que Ricardo Pinto leve a campo o mesmo timpe que venceu no domingo.
3/2/2010 Paranavaí x Serrano Local: Waldemiro Wagner, em Paranavaí; Horário: 20h30; Árbitro: Leandro Júnior Hermes; Assistentes: Carlos Braatz e Wilson Aparecido Brito ACP: Vilson; William Pomarolla, Alex Noronha e Robenval; Daniel Marques, Mikimba e Carlos Lima e Rogerinho; Rilber e Marcelo Peabiru (Didi) Técnico: Itamar Bernardes Serrano: Val; Hugo, Anderson Paraná, Jonathan e Thiago Bocão; Rocha, Joel, Bruninho Guerreiro e Massai; Renaldo e Tiaguinho Técnico: Ricardo Pinto
O jogo que abre a 6.ª rodada do Campeonato Paranaense, nesta quarta-feira, às 16h40, é encarado como um divisor de águas por Iraty e Rio Branco. No Emílio Gomes, as duas equipes buscam a vitória para dar um salto na classificação.
Isto acontece se outros resultados ajudarem a dupla. No caso, tropeços de Cianorte, Operário e Paranavaí. Ocorrendo o que eles planejam, quem vencer, de Iraty e Rio Branco, vai a 10 pontos e pode terminar a rodada até em 4.º lugar.
Pelo interesse das duas equipes nos 3 pontos, a previsão é que a partida será ofensiva. No Iraty, o técnico Gilberto Pereira avalia que após o 3 x 1 contra o Operário encontrou a formação ideal e vai repetir a equipe.
No Rio Branco, o técnico Nilo Neves avisou que é hora de o grupo dar um pouco a mais para obter as vitórias. “São jogos pegados e de muita vontade dos jogadores. Ali no campo ninguém alivia e teremos que nos doar cada vez mais se quisermos estar entre os classificados”, avisou.
O Rio Branco viajou depois do almoço desta terça-feira para Irati. O time terá a volta do zagueiro Daniel e do goleiro Alexandre. O volante Ives, que deixou o campo sentido dores na perna, após o 1 x 1 contra o Paranavaí, recuperou e viajou com a delegação.
3/2/2010 Iraty x Rio Branco Local: Emílio Gomes, em Irati; Horário: 16h40; Árbitro: Marcos Daniel de Camargo; Assistentes: Moisés Aparecido de Souza e Diogo Morais Iraty: Walter; Rogério, René e Gilvan; Airton, Diogo, Silvio, Wanderson e Ceará; Marquinhos e Heydson Técnico: Gilberto Pereira Rio Branco: Alexandre; Marquinho, Alisson, Daniel e Nelsinho; Ives, Baiano, Willian e Ratinho; Renan Meduna e Vinícius Técnico: Nilo Neves
O Paraná Clube tem cerca de 400 conselheiros. Na reunião desta quarta-feira à noite, na sede da Kennedy, a diretoria vai lançar uma nova edição da promoção Show de Prêmios – uma versão moderna da rifa – e exigir que cada conselheiro compre cotas de R$ 1 mil. Esse dinheiro vai direto para saldar salários atrasados de jogadores, comissão técnica e funcionários do clube. A meta da promoção, que também vai atrás de sócios-torcedores, é conseguir pelo menos R$ 500 mil emergenciais para as contas mais urgentes. Hoje, o Tricolor tem um furo de caixa na ordem de R$ 900 mil.
A sexta rodada do Campeonato Paranaense começa na próxima quarta-feira. A única partida que ainda não teve árbitros escalados foi Engenheiro Beltrão x Cascavel, pois dependia da vistoria no estádio da AEREB.
Quarta-feira 16h40 Iraty x Rio Branco Local: Emílio Gomes, em Irati Árbitro: Marcos Daniel de Camargo Assistentes: Moisés Aparecido de Souza e Diogo Morais
19h30 Atlético x Cianorte Local: Arena da Baixada, em Curitiba Árbitro: Anderson Carlos Gonçalves Assistentes: José Carlos Dias Passos e Sandra Maria Dawies
20h30 Paranavaí x Serrano Local: Waldemiro Wagner, em Paranavaí Árbitro: Leandro Júnior Hermes Assistentes: Carlos Braatz e Wilson Aparecido Brito
21h45 Operário x Coritiba Local: Germano Kruger, em Ponta Grossa Árbitro: Heber Roberto Lopes Assistentes: Ivan Carlos Bohn e Guilherme Roggenbaum
Quinta-feira 16h50 Corinthians Paranaense x Paraná Local: Ecoestádio, em Curitiba Árbitro: Leomir de França Cuque Assistentes: José Amilton Pontarolo e Dirceu Elói Comin
Nacional x Toledo Local: Erick Georg, em Rolândia Árbitro: Jarbe Cassou Assistentes: Luiz Henrique de Souza Santos Renesto e Altair Luis Daghetti
Engenheiro Beltrão x Cascavel Local: João Cavalcante de Menezes, em Engenheiro Beltrão
A comissão de vistoria da FPF liberou na manhã desta segunda-feira o estádio João Cavalcanti de Menezes, em Engenheiro Beltrão. Com isso, quinta-feira, contra o Cascavel, a AEREB poderá exercer pela 1.ª vez o mando de campo neste campeonato. A partida vai acontecer às 16h50 e o Engenheiro Beltrão espera começar uma arrancada para deixar a lanterna do estadual.
A Federação Paranaense de Futebol vai homologar nesta semana o estádio Gigante do Itiberê, em Paranaguá, como o local de mando do jogo do Coritiba contra o Iraty, no próximo sábado. O acordo entre as diretorias de Coxa e Rio Branco já está selado. A tendência é que a partir de agora o Coritiba se reveze entre o estádio no litoral e a Vila Capanema. O clube também tentará convencer a CBF para cumprir a pena na Série B em Paranaguá, haja vista que a distância entre o Couto Pereira e o Gigante do Itiberê dá mais de cem quilômetros e o artigo parece permitir essa interpretação.
Um grupo de torcedores foi esperar a delegação do Operário na noite de domingo, após a terceira derrota no estadual. Os torcedores da torcida Trem Fantasma queriam cobrar mais raça dos jogadores, mas o ônibus que vinha de Irati foi avisado a tempo e no Germano Kruger só desembarcaram comissão técnica e dirigentes.
O grupo de torcedores conversou com o técnico Norberto Lemos e com o supervisor Tico. Segundo o gerente geral do Operário, Marcelo Sfeir, não houve agressão, já que o alvo dos torcedores não era a comissão técnica. Nesta segunda-feira, a torcida volta ao GK para cobrar os gestores Dorly Michels e Franco Menezes, que comandam o futebol em Vila Oficinas.
Atlético-PR terá quatro camarotes da Arena da Baixada leiloados na próxima quinta-feira para saldar uma dívida contraída há 16 anos, na compra de cadeiras da empresa Bras Hidro, de Botucatu, interior de São Paulo.
Jogos: 34 Gols marcados: 96 Média de gols: 2,82 Empates: 8 Vitórias de times locais: 20 Vitória de times visitantes: 6 Total arrecadado: R$ 1.185.566,00 Média de arrecadação: R$ 34.869,58 Total de público: 76.703 Média de público: 2.255
Média de público dos clubes (mandantes) 9.703... Atlético (3 jogos) 4.319... Operário (2 jogos) 3.702... Rio Branco (2 jogos) 2.870...Paraná (2 jogos) 2.504...Coritiba (3 jogos) 1.799... Toledo (2 jogos) 1.722... Cascavel (2 jogos) 939...Iraty (3 jogos) 919... ACP (2 jogos) 753... Nacional (3 jogos) 654... Serrano (2 jogos) 647... Cianorte (3 jogos) 199... E. Beltrão (2 jogos) 196... Corinthians Paranaense (3 jogos)
Time que mais vezes liderou: Coritiba, cinco rodadas Time que mais vezes ficou na ZR: E. Beltrão e Serrano, cinco rodadas Melhor ataque: Coritiba, com 16 gols Pior ataque: Serrano, 2 gols Melhor defesa: Atlético, 3 gols Pior defesa: Engenheiro, 13 gols sofridos Maior goleada: Atlético 8 x 0 Serrano Placar mais repetido: 2 x 1 (8 vezes) Time que mais venceu: Coritiba, cinco vezes Time que mais perdeu: E. Beltrão, quatro vezes Time que mais empatou: Atlético, Cascavel Nacional e Toledo, duas vezes Time com maior série invicta: Coritiba, cinco jogos
Artilheiros 5 Gols Rafinha (Cori) 4 Gols Alan Bahia (Atl) Marcelo Toscano (PR) Leandro Bocão (Tol) 3 Gols Enrico e Ariel (Cori) Willian (Corinth) Ceará (Iraty) 2 Gols Rilber e Daniel Marques (ACP) Bruno Mineiro e Netinho (Atl) Irineu (Casc) Márcio e Tiago Potiguar (NAC) Serginho Catarinense (Ope) Vinícius (RB) 1 Gol Márcio Azevedo, Marcelo, Bruno Furlan e Raul (Atl) Carlos Lima, Alex Noronha, Danielzinho e Marcelo Peabiru (ACP) Mineiro (Casc) Tico Mineiro, Jean, Vágner Rosa, Briner e Márcio Nunes (Cian) Marcos Aurélio, Marcos Paulo, Jeci, Renatinho e Pereira (Cori) Leandro, Thiago Araújo, Cícero, Oliveira (Corinth) Thomas, Luís, Safira e Alisson (E. Beltrão) Arthur, Diogo e Rogério (Iraty) Maicon e Luiz Rodrigues (NAC) Baiano, Erivaldo, Davi Ceará e Lisa (Ope) Pará, Guaru, Elvis e Wellington Silva (PR) Ives, Nelsinho, Renan Meduna e Ratinho (RB) Renaldo e Hugo (Ser) Gol Contra 1 Gol Willian (Corinth)
Expulsões: 18 Time com mais jogadores expulsos: E. Beltrão, com 4
Árbitro que mais apitou: Fábio Filipus, Edivaldo Elias da Silva, Selmo Pedro dos Anjos Neto, Everaldo Lambert dos Reis, Antônio Valdir dos Santos, Evandro Rogério Roman, Antônio Denival de Morais, Nilo Neves de Souza Jr, Heber Roberto Lopes, 2 jogos
Cléber de Jesus Ausec Ludwig, Ronaldo Parpinelli, Rafael Traci, Antônio Marques dos Santos, Emerson da Silva, Jarbe Cassol, Adriano Milczvski, Anderson Carlos Gonçalves, Sandro Schmidt, Marcos Daniel de Camargo, Leandro Júnior Hermes, Ricardo de Lima Legnani, Rodolpho Toski Marques, Cláudio Luiz Pacheco, Maurício Batista dos Santos e Leomir de França Cuque, 1 jogo
Campeonato Paranaense Regulamento • Classificam para a 2.ª fase os oito que mais pontuarem na 1.ª fase (disputada em turno único). • Os quatro que menos pontuarem na 1.ª fase serão rebaixados. • O primeiro e o segundo colocados da 1.ª fase vão com dois pontos e um ponto extra para a 2.ª fase. • Na 2.ª fase, o 1.º fará sete jogos em casa; o 2.º, seis; o 3.º, cinco; o 4.º, quatro; o 5.º, três; o 6.º, dois; o 7.º, um, e o 8.º, nenhum. • Será campeão o que terminar a 2.ª fase (disputada em turno único) com o maior número de pontos.
Dos 16 campeonatos estaduais em andamento – 12 ainda não começaram -, seis times mantêm 100%. No caso do estadual do Mato Grosso, transcorreu apenas a 1.ª rodada e CRAC, Cuiabá e Araguaia venceram na largada, ou seja, são invictos que nem deveriam constar da estatística. O que conta mesmo são as campanhas de Coritiba, Flamengo e Vasco. Assim como o Coxa, os cariocas estão com cinco vitórias em cinco rodadas.
O Coritiba emplacou mais um triunfo na noite deste domingo ao vencer por 3 x 1 o Toledo, na Vila Capanema. O resultado deixa a equipe do técnico Ney Franco com 15 pontos e, pelas projeções, a três de garantir sua classificação matemática para a 2.ª fase – os cálculos apontam 18 como o número mágico. Mas pelo futebol que vem apresentando, o Coxa mostra que quer mais, muito mais.
Após o jogo, o técnico Ney Franco afirmou que, como o Coritiba enfrenta o problema de ter de atuar nos estádios dos outros, o que vale para ele são os dois pontos que o 1.º colocado vai levar para a outra etapa. “Na situação atual, os dois pontos são mais importantes que fazer sete jogos em casa”, disse, citando casa fazendo o sinal de aspas com os dedos.
Mas essa é uma preocupação futura do treinador. No presente, ele comemora o casamento do time. Nomes como Marcos Paulo, Rafinha e Enrico se ajustam cada vez mais à base remanescente de 2009. Não só se encaixaram como têm feito a diferença. Neste domingo, Enrico abriu o placar aos 23min do 1.º tempo. Aos 35min, saiu o golaço do campeonato até agora. Rafinha arrancou pelo meio, driblou cinco e fez 2 x 0para o Coxa.
No 2.º tempo, sem ser ameaçado pelo adversário, o Coritiba tirou o pé do acelerador e o jogo caiu em interesse. A ponto de casais de namorados que estavam nas arquibancadas terem preferido trocar beijos e abraços a ver como estava a partida. Só aos 36min o pessoal voltou a acordar para o jogo. Houve um pênalti para o Toledo, que Andrade cobrou e fez 2 x 1.
O gol assanhou o Toledo, que se mandou para o ataque buscar o empate. Foi a senha para o Coxa armar um contragolpe fatal e definir o placar. Aos 46min, Marcos Paulo saiu em disparada e encontrou Marcos Aurélio livre. Ele tocou na saída de Gottardi, que ainda conseguiu desviar o curso da bola, mas ela foi morrer no fundo das redes. O resultado levou o Toledo para a ZR.
31/1/2010 Coritiba 3 x 1 Toledo Local: Vila Capanema, em Curitiba; Árbitro: Fábio Filipus; Assistentes: Gílson Bento Coutinho e Júlio César de Souza; Gols: Enrico, 23min, e Rafinha, 35min do 2.º; Andrade, 36min, e Marcos Aurélio, 46min do 2.º; Renda: R$ 32.890; Público: 2.720; Cartões amarelos: Vasconcelos, Alemão, Rafinha e Geraldo Coritiba: Edson Bastos; Fabinho, Pereira, Jeci e Luciano Amaral (Renatinho, no intervalo); Marcos Paulo, Leandro Donizete, Rafinha (Dirceu, 16min do 2.º) e Enrico; Marcos Aurélio e Ariel Nahuelpan (Geraldo, no intervalo) Técnico: Ney Franco Toledo: Gottardi; Rodrigo, Glauco e Bill; Edson Mendes, Fernandes, Ferraz, Leandro Bocão (Luisão, 30min do 2.º) e Alemão; Vasconcelos (Andrade, 32min do 2.º) e Jessé (Edson Mendes, intervalo) Técnico: Agenor Piccinin
Nacional e Engenheiro Beltrão empataram por 1 x 1 na tarde deste domingo, no Erich Georg, em Rolândia, e seguem “sócios” da zona de rebaixamento. Um ocupa a 11.ª e o outro a 14.ª colocações do Campeonato Paranaense.
O Engenheiro bem que se esforçou para pelo menos entregar a lanterna para o Serrano e aos 23min Thomas fez 1 x 0 para a equipe do Noroeste. Ele aproveitou cruzamento e cabeceou para o gol.
Com a desvantagem no placar, o técnico Carlos Alberto, que estreava no NAC, decidiu mexer na equipe. O atacante Luiz Rodrigues entrou no lugar do volante Paraíba e o time encurralou o Engenheiro.
Aos 39min, saiu o gol do NAC. Márcio, da intermediária, cobrou falta para a área, a bola passou por todos e foi morrer nas redes: 1 x 1.
Empolgado com o empate, o treinador mexeu no Nacional durante o intervalo e mandou a equipe atacar. Com isso, o 2.º tempo se transformou em um jogo de ataque contra defesa: o NAC pressionando e o Engenheiro se defendendo. Prevaleceu o sistema defensivo do visitante e o empate por 1 x 1 foi mantido no placar.
31/1/2010 Nacional 1 x 1 Engenheiro Beltrão Local: Erich Georg, em Rolândia; Árbitro: Cléber de Jesus Ausec Ludwig; Assistentes: Wesley Waldir Marmitt e Cácio Júnior Quadrelli; Gols: Thomas, 23min, e Márcio, 39min do 1.º; Renda: R$ 5.820,00; Público: Público: 552; Cartões amarelos: Maicon. Gean e Tiago Silva; Expulsão: Macula, 17min do 2.º Nacional: Camilo; Maicon, Macalé, Diego (Érico, no intervalo) e Alexandre Dias; Paraíba (Luiz Rodrigues, 30min do 1.º), Luizinho, Flávio e Nélio (Conceição, no intervalo); Tiago Potiguar e Márcio Técnico: Carlos Alberto Engenheiro Beltrão: Gean; Baiano (Fernando Sá, 12min do 2.º), Braga, Dolglas e Luís; Macula, Thomas, Gaúcho (Helinho, no intervalo) e Safira; Tiago Silva (Wellington, 37min do 2.º) e Jefferson Técnico: Rodrigo Cascca Muller
A rodada poderia ser bem favorável para Rio Branco e Paranavaí, caso uma das equipes tivesse vencido neste domingo, em Paranaguá. Se um deles ganhasse, terminaria o giro na 3.ª colocação do campeonato, com 9 pontos. Como houve empate por 1 x 1, os dois clubes só têm a comemorar o fato de se manterem no G8 do estadual – ambos com 7 pontos.
No 1.º tempo, impondo o mando de campo e o apoio dos 1.428 pagantes, o Rio Branco foi para cima e abriu o placar aos 33min, com Ives. O time seguiu pressionando até o final da etapa final, mas ficou só no 1 x 0.
No 2.º tempo, com a temperatura mais amena, o ACP igualou as ações e a partir dos 20min passou a pressionar com perigo. Aos 21min chegou ao gol de empate, com Rilber. O resultado levou o Paranavaí para o 5.º lugar, com a melhor campanha do interior. Já o Rio Branco ocupa o 8.º lugar.
31/1/2010 Rio Branco 1 x 1 ACP Local: Gigantes do Itiberê, em Paranaguá; Árbitro: Selmo Pedro dos Anjos Neto; Assistentes: Bruno Boschilia e Sidmar dos Santos Meurer; Renda: R$ 22.095,00; Público: 1.419; Gols: Ives, 33min do 1.º; Rilber, 21min do 2.º; Cartões amarelos: Lima, Baiano, Duda, Robenval e Mikimba Rio Branco: Juan; Marquinho, Alisson, Carlinhos e Nelsinho; Ives, Baiano, Willian e Ratinho; Renan Meduna (Lima) e Vinícius Técnico: Nilo Neves ACP: Vilson; Rudi, Daniel Marques, Alex Noronha e Willian Pomarolla; Robenval, Rogerinho, Mikimba, Carlos Lima e Jean Mossoró (Duda); Marcos Goiano e Didi Técnico: Itamar Bernardes
Sob uma temperatura superior a 30 graus, o Paraná Clube perdeu a chance de ficar numa posição extremamente confortável no Campeonato Paranaense. Jogando em Cianorte, o Tricolor caminhava para um empate por 0 x 0, quando aos 45min do 2.º tempo o lateral-esquerdo Pará, que estreava no time, acertou um petardo de fora da área, marcando um dos gols mais bonitos da rodada.
Seria 1 x 0 para o Paraná, não fosse uma falta infantil do goleiro Juninho, aos 48min, que resultou em um pênalti para o Cianorte. O experiente Tico Mineiro cobrou aos 49min e empatou o jogo por 1 x 1. O resultou impediu o Tricolor, com um jogo a menos, de ir a 9 pontos e encostar no vice-líder Corinthians Paranaense (10 pontos), com quem o Paraná terá confronto direto na quinta-feira.
Para o Cianorte, o resultado não foi dos piores. O Leão do Vale manteve-se no G8, apesar de ter tomado sufoco do Paraná, principalmente no 1.º tempo. O Tricolor teve duas boas oportunidades com o Marcelo Toscano, aos 26min e aos 31min, quando o atacante acertou a trave e foi parado pelo goleiro Raí.
Após esses lances, o técnico Luiz Carlos Winck determinou marcação especial sobre Toscano e o ataque do Paraná passou a ter dificuldades para chegar ao gol do Cianorte. Tanto que na etapa final, o time dono da casa foi para cima e o Tricolor só conseguiu ter uma jogada mais aguda aos 38min, quando Pará cruzou na área e Alessandro Lopes cabeceou no travessão. O zagueiro, aliás, levou o 3.º cartão amarelo e não enfrenta o Corinthians.
No final do jogo, o Paraná reclamou a falta de água no vestiário do Albino Turbay, mas o problema foi solucionado minutos depois. O Tricolor saiu do estádio por volta das 20h e trouxe um ponto na bagagem.
31/1/2010 Cianorte 1 x 1 Paraná Local: Albino Turbay, em Cianorte; Árbitro: Edivaldo Elias da Silva; Assistentes: Roberto Braatz e Maurício José Braga; Renda: R$ 12.970; Público: 837; Gols: Pará, 45min, e Tico Mineiro, 49min do 2.º; Cartões amarelos: Catatau, Rincón, Alessandro Lopes, Luís Henrique, João Paulo, Diego Correia e Juninho Cianorte: Rai; Brinner, Márcio Nunes e Jean; Catatau, Rincon, Leandro, Flavinho (Vinícius, 25min do 2.º) e Claudinho; Joiner (Tico Mineiro, no intervalo) e Kena (Edu Gaúcho, 23min do 2.º) Técnico: Luiz Carlos Winck Paraná: Juninho; Diego Correia, Alessandro Lopes e Luís Henrique; Murilo, Luiz Henrique Camargo, João Paulo, Elvis (Márcio Diogo, 12min do 2.º) e Guaru (Vinícius, 29min do 2.º); Marcelo Toscano e Douglas Santana (Pará, 12min do 2.º) Técnico: Marcelo Oliveira
Aos 39 anos, o atacante Renaldo terminou o domingo prometendo que irá buscar a artilharia do Campeonato Paranaense. O motivo de tanto otimismo foi o gol que ele marcou contra o Cascavel, na vitória do Serrano por 1 x 0. “Saiu a inhaca. Agora os gols vão começar a vir”, disse o atacante.
O Serrano, que estreava o técnico Ricardo Pinto, se aproveitou de um Cascavel que entrou de salto alto no Newton Agibert, achando que depois de parar o Atlético iria vencer naturalmente o clube de Prudentópolis. Enganou-se e foi surpreendido por um rival que começou em ritmo frenético. O Serrano marcava forte e mandava bola para Renaldo. Aos 16min, o atacante acertou a trave. Aos 25min, ele marcou seu 1.º gol no estadual.
Com a desvantagem no placar, o Cascavel acordou e ensaiou uma reação. O problema é que o time do técnico Eloi Kruger estava jogando com dez jogadores. O volante Fábio Rosa, um dos destaques do time, entrou em campo já negociado com o Mixto-MT e não dividiu nenhuma bola.
A melhor chance do Cascavel só veio aos 34min, depois que o atacante Vagner entrou em campo. Ele tentou um chute despretensioso, o goleiro Veloso procurou fazer uma defesa em dois tempos, mas a bola escapou por debaixo do seu corpo e ia entrando devagar. O arqueiro se recuperou e pegou a bola em cima da linha.
Após este lance, o Serrano ainda desperdiçou outra boa chance com Renaldo, aos 44min. Depois que o árbitro Everaldo Lambert dos Reis apitou o final da partida, houve briga na entrada dos vestiários, com o meio-campista Kim, do Cascavel, agredindo Bruninho Guerreiro.
31/1/2010 Serrano 1 x 0 Cascavel Local: Newton Agibert, em Prudentópolis; Árbitro: Everaldo Lambert dos Reis; Assistentes: Ricardo Vilar Neves e José Renê Stavinski; Renda: R$ 13.350; Público: 832; Gols: Renaldo, 25min do 1.º; Cartões amarelos: Hugo, Rafael, Wellington e Anderson Paraná Serrano: Val; Hugo, Washington Baiano (Anderson Paraná, 14min do 2.º), Jonathan e Tiago Bocão; Rodrigo, Joel (Mello, 23min do 2.º), Bruninho Guerreiro e Massai; Renaldo e Tiaguinho Técnico: Ricardo Pinto Cascavel: Veloso; Rafael; Ciro, Rodrigo e Gílson; Fábio Rosa (Wellington, 21min do 2.º), Kim, Irineu e Ueverson (Tasa, 31min do 2.º); Bruno e Mineiro (Vágner, 31min do 2.º) Técnico: Eloi Kruger
Em 10 dias, o Operário saiu do céu para uma crise iminente. Depois de ganhar do todo-poderoso Atlético, na Arena da Baixada, o Fantasma parecia que iria se firmar como a sensação do campeonato, mas a previsão não se confirmou. Neste domingo, o time de Ponta Grossa conheceu sua terceira derrota seguida no estadual. Jogando em casa, o Iraty se impôs e venceu por 3 x 1.
O nome do jogo do Azulão foi o meio-campista Ceará, que no 1.º tempo barbarizou para cima do Operário e marcou dois gols, aos 15min e aos 39min. O Iraty fez uma primeira etapa surpreendente e envolveu totalmente o Fantasma, que entrou em campo sem cinco titulares em relação aos jogos anteriores.
No 2.º tempo, o Operário tentou impor um começo de jogo mais forte, foi para cima do Iraty e aos 6min exigiu que o goleiro Valter realizasse importante defesa. A pressão foi aumentando e aos 18min saiu a chance de gol do Fantasma, através de um pênalti. O atacante Baiano cobrou e fez 2 x 1.
Após o lance, o Iraty apertou a marcação e conseguiu anular o ímpeto do Operário. O time de Ponta Grossa começou a perder a instabilidade emocional, a ponto de o atacante Dyego Souza, que estava no banco, receber cartão amarelo.
A partir dos 40min, o Fantasma se lançou ao ataque, para tentar o empate, e acabou surpreendido no finalzinho do jogo. Arthur, que havia entrado minutos antes, aproveitou boa jogada do estreante Carlos André e sacramentou o placar: 3 x 1 para o Iraty - resultado que pode levar a diretoria do Operário a promover mudanças nesta semana.
31/1//2010 Iraty 3 x 1 Operário Local: Emílio Gomes, em Irati; Árbitro: Antônio Valdir dos Santos; Assistentes: Rafael Trombeta e João Fábio Machado Brischiliari; Renda: R$ 22.210; Público: 1.655; Gols: Ceará, 15min e 39min do 1.º; Baiano, 18min, e Arthur 47min do 2.º; Cartões amarelos: Vanderson, Rogério, Diogo, Ceará e Dyego Souza; Expulsão: Marquinhos (Ope), 13min do 2.º Iraty: Valter; Airton, Rogério, Renê e Gilvan (Bruno, no intervalo); Sílvio, Vanderson, Diogo (Carlos André, 22min do 2.º) e Ceará; Marquinhos e Edson (Arthur, 38min do 2.º) Técnico: Gilberto Pereira Operário: Danilo; Marquinhos, Flamarion e João Renato; Cassiano (Juninho, no intervalo), Silvão, Ceará (Cristian, 11min do 2.º), Lisa e Digão (Gílson, 26min do 2.º); Douglas e Baiano Técnico: Norberto Lemos
Criou-se uma expectativa positiva em torno de Atlético x Corinthians. Imaginou-se que o Timãozinho começava a criar uma textura que lhe permitisse enfrentar os grandes clubes, sobretudo por que entrou em campo como vice-líder contra um Rubro-negro que ensaiava uma crise. Mas da teoria à prática, revelou-se que ainda há um abismo que separa o Corinthians Paranaense do rótulo de time grande.
Primeiro, por que a equipe pisou o gramado da Arena da Baixada sem o controle emocional necessário para enfrentar um jogo desta envergadura. Segundo, por que o técnico Lio Evaristo foi inventar na partida que não podia. Nas primeiras quatro rodadas, o Corinthians havia consolidado um time-base que o treinador simplesmente ignorou. Tudo bem que tinha perdido Leandro, que cumpria suspensão automática, mas arriscar com improvisações como Peixoto e lançar Sabará, que até então não havia jogado, foi quase um abuso de Lio.
O técnico também fez a opção errada ao escalar Bruno Batata e deixar Lipatin no banco. Batata, fora de forma, recebeu cartão vermelho aos 30min e Lipatin só foi entrar na reta final da partida. Enfim, a expectativa que se criou em torno do Corinthians pesou e o time só conseguiu ganhar um perfil competidor por causa do goleiro Colombo, o melhor do time, e por que Leonardo se lesionou e Rodrigo Crasso, um lateral de ofício, entrou no jogo. No mais, o Timãozinho facilitou ao máximo a vitória do Atlético.
Por não ter nada a ver com os equívocos do rival, o Rubro-negro construiu sua vitória a partir dos 3min, quando Alan Bahia acertou um petardo de fora da área. Com o 1 x 0, o jogo ganhou o seguinte contorno: o Atlético repetindo erros de jogos anteriores e o Corinthians passivo, aceitando a superioridade territorial do adversário. A partida se desenrolou assim pelo restante do tempo, até que aos 45min do 2.º tempo saiu um pênalti para o Furacão, que Alan Bahia bateu e fez 2 x 0.
30/1/2010 Atlético 2 x 0 Corinthians Paranaense Local: Arena da Baixada, em Curitiba; Árbitro: Evandro Rogério Roman; Assistentes: Adair Carlos Mondini e Rony Marcelo Slaviero; Renda: R$ 125.645,00; Público: 10.503; Gols: Alan Bahia, 3min do 1.º e 45min do 2.º; Cartões amarelos: Thiago Araújo, Gerônimo, Marcelo, Sabará, Valencia e Elton; Expulsão: Bruno Batata, 30min do 1.º Atlético: Neto; Gerônimo (Raul, no intervalo), Manoel, Rhodolfo e Márcio Azevedo; Valencia, Alex Sandro (Tartá, 34min do 2.º), Alan Bahia e Netinho; Bruno Mineiro e Marcelo (Serna, 24min do 2.º) Técnico: Antônio Lopes Corinthians Paranaense: Colombo; Peixoto, Leonardo (Rodrigo Crasso, 12min do 1.º) e Elton; Thiago Araújo, Sabará, Ronaldo, Willian e Cícero (Marcelo Lipatin, 34min do 2.º); Oliveira (André, 16min do 2.º) e Bruno Batata Técnico: Lio Evaristo